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Os poetas são impudicos para com as suas vivências: exploram-nas.

Por Friedrich Nietzsche

Um dia você vai sentar no trono e a verdade será você a fazer.

Por George R. R. Martin

Números, NM, 29:5, Ofereçam também um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vocês,

Por Números, Antigo Testamento

Marcos, MC, 5:27, Tendo ouvido a fama de Jesus, a mulher chegou por trás, no meio da multidão, e tocou na capa dele.

Por Marcos, Novo Testamento

Não sinto o menor desejo de brincar num mundo em que todos fazem batota.

Por François Mauriac

Agir é aprender a conhecer a si mesmo. As opiniões formuladas são palavras vãs, desde que não sejam sancionaldas pelo ato.

Por Gustave Le Bon

II Reis, 2RS, 10:6, Então Jeú lhes escreveu outra carta, dizendo: ´Se vocês estão do meu lado e querem obedecer-me, então peguem as cabeças dos filhos do rei, seu senhor, e amanhã a estas horas venham a mim a Jezreel.` Ora, os filhos do rei, que eram setenta, estavam com os homens importantes da cidade, que os criavam.

Por II Reis, Antigo Testamento

Olhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!

Por Gonçalves Dias

O modo mais eficaz de tornar os pobres inofensivos é ensiná-los a querer imitar os ricos. Esse é o veneno com que o capitalismo cega.

Por Carlos Ruiz Zafón

O aspecto mais triste da vida de hoje é que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente que a sociedade em sabedoria.

Por Isaac Asimov