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Melhor, de longe, éser bom, corajoso, ousado e fazer a diferença. Nãomudar o mundo exatamente, mas o que está à sua volta.
Por David NichollsLamentações de Jeremias, LM, 5:8, Escravos dominam sobre nós; não há ninguém que nos livre das suas mãos.
Por Lamentações de Jeremias, Antigo TestamentoDaniel, DN, 1:2, O Senhor entregou nas mãos dele Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus. Nabucodonosor levou esses utensílios para a terra de Sinar, para o templo do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus.
Por Daniel, Antigo TestamentoNão tem nada de iluminado no ato de se encolher, pois os outros se sentirão inseguros ao seu redor. Nascemos para manifestar a glória do Espírito que está dentro de nós. E a medida que deixamos nossa luz brilhar, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. À medida que libertamos nosso medo, nossa presença libera outros.
Por Nelson MandelaInacreditável. Nunca vi um carteiro mais triste por partir do que no dia em que chegou. Bem, melhor deixar pra lá, eu diria. Com certeza não é nada que agravaria e se tornaria uma fonte de arrependimento.
Por Klaus (filme)Gênesis, GN, 31:6, Vocês mesmas sabem que com todo empenho tenho trabalhado para o pai de vocês,
Por Gênesis, Antigo TestamentoQuando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz - disse ele depois de um tempo - temos um pequeno período de tranquilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e psicoses. O que queríamos evitar no combate - a decepção e a derrota - passa a ser o único legado de nossa covardia. E, um belo dia, os sonhos mortos e apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte, a morte que nos livrasse de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível paz das tardes de domingo.
Por Paulo CoelhoMesmo nossa própria dor não é tão pesada quanto a dor cossentida com outro, por outro, no lugar de outro, multiplicada pela imaginação, prolongada por centenas de ecos.
Por Milan Kundera