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Levítico, LV, 14:56, da inchação, da pústula e das manchas lustrosas,
Por Levítico, Antigo TestamentoSe você negligenciar seu talento, omite seu potencial e, como consequência, está impedindo a expansão da vida. Por isso, ela se tornará, inevitavelmente, um fardo.
Por Jacob PétryMarcos, MC, 10:33, <J> - Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles vão condená-lo à morte e entregá-lo aos gentios.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoSei que as pessoas falam sobre o oposto da verdade e o oposto do amor. Qual é o oposto do medo? O oposto de desconforto e pânico e arrependimento?
Por Iain ReidLevítico, LV, 26:15, se rejeitarem os meus estatutos, e se ficarem aborrecidos com os meus juízos, a ponto de não cumprirem todos os meus mandamentos, e quebrarem a minha aliança,
Por Levítico, Antigo TestamentoAmigo, Perdão Perdão por ficar esperando de ti, O completar dos meus sonhos. Amigo, perdão por querer você tais quais os meus sonhos. Perdão meu amigo, por esperar em você, O carinho, amor, paixão que eu não te soube expressar. Amigo me perdoe por eu não figurar tal qual a mulher dos teus sonhos... Obrigada amigo por você ter completado o meu existir enquanto mulher. Obrigada amigo por eu ter me realizado ao teu lado, Completado os meus sonhos escorada em ti. Obrigada amigo, por eu estar olhando a janela do tempo junto a você.
Por Ivete MauríliaSalmos, SL, 89:18, Pois ao Senhor pertence o nosso escudo, e ao Santo de Israel, o nosso rei.
Por Salmos, Antigo TestamentoModo de usar-se "Coitada, foi usada por aquele cafajeste". Ouvi essa frase na beira da praia, num papo que rolava no guarda-sol ao lado. Pelo visto a coitada em questão financiou algum malandro, ou serviu de degrau para um alpinista social, sei lá, só sei que ela havia sido usada no pior sentido, deu pra perceber pelo tom do comentário. Mas não fiquei com pena da coitada, seja ela quem for. Não costumo ir atrás desta história de "foi usada". No que se refere a adultos, todo mundo sabe mais ou menos onde está se metendo, ninguém é totalmente inocente. Se nos usam, algum consentimento a gente deu, mesmo sem ter assinado procuração. E se estamos assim tão desfrutáveis para o uso alheio, seguramente é porque estamos nos usando pouco. Se for este o caso, seguem sugestões para usar a si mesmo: comer, beber, dormir e transar, nossas quatro necessidades básicas, sempre com segurança, mas também sem esquecer que estamos aqui para nos divertir. Usar-se nada mais é do que reconhecer a si próprio como uma fonte de prazer. Dançar sem medo de pagar mico, dizer o que pensa mesmo que isso contrarie as verdades estabelecidas, rir sem inibição – dane-se se aparecer a gengiva. Mas cuide da sua gengiva, cuide dos dentes, não se negligencie. Use seu médico, seu dentista, sua saúde. Use-se para progredir na vida. Alguma coisa você já deve ter aprendido até aqui. Encoste-se na sua própria experiência e intuição, honre sua história de vida, seu currículo, e se ele não for tão atraente, incremente-o. Use sua voz: marque entrevistas. Use sua simpatia: convença os outros. Use seus neurônios: pra todo o resto. E este coração acomodado aí no peito? Use-o, ora bolas. Não fique protegendo-se de frustrações só porque seu grande amor da adolescência não deu certo. Ou porque seu casamento até-que-a-morte-os-separe durou "apenas" 13 anos. Não enviuve de si mesmo, ninguém morreu. Use-se para conseguir uma passagem para a Patagônia, use-se para fazer amigos, use-se para evoluir. Use seus olhos para ler, chorar, reter cenas vistas e vividas – a memória e a emoção vêm muito do olho. Use os ouvidos para escutar boa música, estímulos e o silêncio mais completo. Use as pernas para pedalar, escalar, levantar da cama, ir aonde quiser. Seus dedos para pedir carona, escrever poemas, apontar distâncias. Sua boca pra sorrir, sua barriga para gerar filhos, seus seios para amamentar, seus braços para trabalhar, sua alma para preencher-se, seu cérebro para não morrer em vida. Use-se. Se você não fizer, algum engraçadinho o fará. E você virará assunto de beira de praia.
Por Martha Medeiros