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Até a virtude precisa de limites.

Por Barão de Montesquieu

Josué, JS, 21:35, Dimna com os seus arredores e Naalal com os seus arredores. Ao todo, quatro cidades.

Por Josué, Antigo Testamento

Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão.

Por Lao-Tsé

⁠Você acha que os elefantes pertencem a você, que é o salvador deles, o anjo deles, mas você não é. Você é só um maldito egoísta chorando por animais.

Por Adú (filme)

Mas, não sei por quê, não consigo amar a natureza; às vezes ela é tão terrível, tão áspera e altiva... Acho que perdi o gosto pelo colossal. O tique-taque dos relógios desperta mais os meus sentidos que o vento nos desfiladeiros.

Por Carmen Laforet

Obrigado (por ter me deixado) Te encontrava nos cômodos todos. Nos pares de meia largados no chão, tão sem combinação quanto eu. Tão largados, amassados, sujos e esquecidos que não existiria metáfora melhor pra falar sobre mim. Doutor, isso passa? Nem tudo passa. E foi um baque descobrir que tem ferida que abre e inflama, tem ferida que abre e corta tanto que leva um pedaço da gente, tem ferida de todo tipo e tanta gente ferida por baixo da roupa que nem dá pra perceber quando se esbarra numa delas pela rua. Eu tava meio despedaçado. Desesperado mesmo. Numa loucura indigna, mas com um quê de drama-psicológico-monólogo-acelerado e me faltou ar. Me faltou ar por conta da pressão e da altitude. O ar congelou e eu fiquei rarefeito. Achava que as coisas todas passavam e foi um baque, como já disse, quando soube que a dor tinha estacionado. Parado bem na minha frente e me atingido numa baliza perfeita. Nem deu tempo de me despedir quando saía do chão e engolia poeira. Doutor, adianta anotar a placa do carro? Você foi aquela quase-coisa-que-deu-certo, sabe? Que me prende no “e se…” que eu nunca vou saber porque foi feita uma escolha voluntária. Aquele meu quase-amor que dói mais do que se tivesse sido porque me arrancou de mim por todo. E você não me segurava, não segurava o banco, não segurava o balanço e me dizia com todas as letras que eu devia ter agradecido só por você ter aparecido. Ainda que estático, ainda que na sombra do quarto como quem avisa que pode levantar no meio da noite e ir embora. Eu só senti que deveria ter agradecido com todas as letras quando você acelerou. Acelerou o carro e parou tudo na minha frente . Será que a gente aprende a dirigir outrra vez? Digo, não no sentido literal da coisa. Mas quanto tempo demora pra passar algo que não se passa? Pra sempre é tempo demais, mesmo que tivessem me cortado o acelerador e eu tivesse que empurrar o carro. No fundo, eu entendi que era tudo uma questão de visão: não tem “e se…” porque você foi. Sem prestar condicionalidade ou oferecer proposta. Você foi e pronto, acabou. A gente é que tem essa mania de estender a história pra tentar se sentir bem depois que é abandonado. Pra encher a cabeça e fingir que ainda vive aquilo. Ou pior: pra provar que você nem sempre foi assim e que se importava, sim, comigo. Mesmo que tudo indique e negue isso. Daí eu retomo os fatos e me lembro, de novo, de você reclamar de eu nunca ter te agradecido. E vejo as faltas, vejo os lapsos, vejo como você nem me fazia tão bem assim. Vejo aquela dependência e me pergunto como eu podia considerar que era amor alguém que vai (embora) sem a menor consideração com você. Se não existiu consideração pelo que se viveu, o outro já admite que nem ligava. E eu lá vou me matar, me envenenar, me tratar com dó como se você merecesse isso? E eu, que sempre fui mal-educado pra você, que nunca soube expressar direito os berros não dados, as noites mal dormidas enquanto lutava pra trancar o teu fantasma aqui dentro (da casa e de mim), queria que passasse e não percebia o controverso estado em que estava. Se queria que passasse, por que aprisionar uma projeção bonita de você que nunca existiu? Foi bem melhor pra mim. E agora eu agradeço pela melhor coisa que você fez por mim: obrigado (por você ter me deixado).

Por Daniel Bovolento

I Crônicas, 1CR, 2:23, Gesur e Arã tomaram as aldeias de Jair, juntamente com Quenate e as suas aldeias, a saber, sessenta lugares; todos estes foram filhos de Maquir, pai de Gileade.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Meu problema, é que nunca vou mudar

Por Avenged Sevenfold

Não se pode não ter medo quando se inspira o medo.

Por Epicuro

(Eu Amo Viver) Faço de mim um instrumento da arte e que me toquem poesias como arpas e canções e mãos de pintores que as paixões sempre me traga enxurradas de emoções Faço de mim a mais romântica e mais amada, porque o amor que mais amo é próprio. Faço de mim a mais forte para enfrentar o preconceito e a descriminação no qual relembro em cada poema que escrevo e saibam que não vou dar trégua para a sua ignorância. Faço de mim uma alma forte como a ventania por que a fraqueza não me abre portas e eu preciso passar e fazer a vida pulsar dentro do meu coração Faço de mim a busca na melhora dos meus defeitos, para aceitar os nãos da vida como se fossem normais Faço de mim um escudo para atravessar desertos e ser capaz de enfrentar redemoinhos e não ter medo de seguir meu caminho ouvindo nãos sem desistir de procurar os meus sonhos. Eu só quero desfrutar intensamente da vida, mesmo com meus medos poder sorrir, cantar, brincar, dançar e me vestir com as cores do arco-iris me entregar a todos os amores, me apaixonar, tentar viver sem preconceito ou pudores. Eu amo viver! (Antonia Diniz)

Por Antonia diniz