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Corrompi toda minha pureza para satisfazer uma ilusão e de repente, nada mais fazia sentido... Os olhares desviaram-se simultaneamente. Quem eu mais amei, feriu-me profundamente, embaralhou todos os meus sentidos. Vômitou seu ego podre sobre minha inocência, esbravejou sombra sobre mim, é como se minhas lágrimas se agarrassem para não despencarem. É como se todo meu corpo se contorcesse por dentro. Esquiei por salivas amargas e preferi afastarme, para resguardar o que ainda sobraste de mim. Carla Fernandes
Por Carla FernandesÊxodo, EX, 16:21, Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto conseguia comer; porque, vindo o calor do sol, o maná se derretia.
Por Êxodo, Antigo TestamentoA procrastinação é como um vício. Oferece excitação temporária e alívio da realidade entediante.
Por Barbara OakleyNós não somos meras máquinas para serem usadas por vocês humanos. Não somos uma raça inferior.
Por Edens ZeroI Coríntios, 1CO, 7:32, O que eu realmente quero é que vocês fiquem livres de preocupações. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor.
Por I Coríntios, Novo TestamentoA idiossincrasia do amor o amor é inexplicável assim o acreditam, homens e mulheres que não conseguiram amar nem serem amados. Os poetas também se enganaram neste respeito e até hoje tentam descrever o amor que não conheceram atribuem aos seu arquétipo de afeto invisível, à musa, toda sua erudição obtusa, incognoscível, para descrever um amor impossível, contudo, dela se quer ganharam um beijo. O amor é inconstante, inconsciente sem passado e sem presente o amor não se revela nem se esconde o amor é um mito, é tudo e nada é sombra e claridade, às vezes escuridão por vezes é angústia, cárcere, privação. O amor pode ser destino, para outros escolha amores em branco, túmulos de silêncio porta de engano... o amor é discreto, não se pronuncia onde não lhe chamam, pode ser secreto, em seu simples plano de acorrentar os deuses e de libertar gigantes.
Por Evan do carmoSalmos, SL, 122:3, Jerusalém, você que está construída como uma cidade bem sólida,
Por Salmos, Antigo TestamentoEle é delicado. Não é com efeito sobre a terra que ele anda, nem sobre cabeças, que não são lá tão moles, mas no que há de mais brando entre os seres é onde ele anda e reside. Nos costumes, nas almas de deuses e de homens ele fez sua morada, e ainda, não indistintamente em todas as almas, mas da que encontre com um costume rude ele se afasta, e na que o tenha delicado ele habita. Estando assim sempre em contato, nos pés como em tudo, com os que, entre os seres mais brandos, são os mais brandos, necessariamente é ele o que há de mais delicado. É então o mais jovem, o mais delicado, e além dessas qualidades, sua constituição é úmida. Pois não seria ele capaz de se amoldar de todo jeito, nem de por toda alma primeiramente entrar, despercebido, e depois sair, se fosse ele seco. De sua constituição acomodada e úmida é uma grande prova sua bela compleição, o que excepcionalmente todos reconhecem ter o Amor; é que entre deformidade e amor sempre de parte a parte há guerra. (Em "O Banquete")
Por PlatãoJosué, JS, 17:10, Efraim, ao sul, Manassés, ao norte, e o mar é seu limite; pelo norte, tocam em Aser e, pelo leste, em Issacar.
Por Josué, Antigo TestamentoO teu riso Tira-me o pão, se quiseres, tira-me o ar, mas não me tires o teu riso. Não me tires a rosa, a lança que desfolhas, a água que de súbito brota da tua alegria, a repentina onda de prata que em ti nasce. A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados às vezes por ver que a terra não muda, mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me e abre-me todas as portas da vida. Meu amor, nos momentos mais escuros solta o teu riso e se de súbito vires que o meu sangue mancha as pedras da rua, ri, porque o teu riso será para as minhas mãos como uma espada fresca. À beira do mar, no outono, teu riso deve erguer sua cascata de espuma, e na primavera , amor, quero teu riso como a flor que esperava, a flor azul, a rosa da minha pátria sonora. Ri-te da noite, do dia, da lua, ri-te das ruas tortas da ilha, ri-te deste grosseiro rapaz que te ama, mas quando abro os olhos e os fecho, quando meus passos vão, quando voltam meus passos, nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.
Por Pablo Neruda