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Só preciso de um cigarro Eu quero um trago, divorcio e caso até o amanhecer Até o amanhecer Tenho medo de me conhecer
Por Baco Exu do BluesDescobri que era você que ele sempre contemplava. Eu pude sentir o amor dele por você muito vividamente. Então, eu quis mostrar a você os sentimentos dele por você.
Por Garota do Século 20 (filme)Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir – nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio.
Por Clarice LispectorI Crônicas, 1CR, 8:40, Os filhos de Ulão foram homens valentes, flecheiros; e tiveram muitos filhos e netos: cento e cinquenta. Todos estes foram dos filhos de Benjamim.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 29:40, E Moisés falou aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe havia ordenado.
Por Números, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 32:37, Os filhos de Rúben edificaram Hesbom, Eleale e Quiriataim;
Por Números, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 9:22, Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo por dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto pairava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados e não se punham em marcha; mas, quando a nuvem se erguia, eles partiam.
Por Números, Antigo TestamentoHá apenas duas formas de subir na vida: pelo nosso engenho ou pela estupidez dos outros.
Por Jean de la Bruyere“A diferença está no carrinho” Por Josy Maria Domingo de manhã, supermercado cheio. Filas, vozes, promoções gritadas no alto-falante. Lá estava eu, empurrando meu carrinho, escolhendo o que cabia no orçamento. Foi quando percebi: o carrinho ao lado estava quase vazio. Uma senhora observava as frutas com calma, pegava uma, olhava o preço, devolvia. Repetiu isso umas cinco vezes. No fim, colocou duas bananas. A fila do caixa demorava, e eu acabei reparando mais. No carrinho dela: dois pacotes de macarrão, um molho de tomate e as duas bananas. Só. Na minha frente, um outro carrinho transbordava: refrigerante, salgadinhos, carnes, chocolates, itens de limpeza e até brinquedos. Ali, em silêncio, os carrinhos falavam sobre a vida. E diziam muito mais do que parece. Falavam de oportunidades, limites e escolhas que nem sempre são escolhas. Na saída, a senhora das bananas passou por mim. Sorriu. E eu só consegui sorrir de volta, sem saber muito bem o que fazer com o peso que não cabia mais no meu carrinho. Texto produzido para fins pedagógicos.
Por Josy Maria