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I Reis, 1RS, 13:19, Então ele voltou com o velho profeta e comeu e bebeu na casa dele.
Por I Reis, Antigo TestamentoTalvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi.
Por Hannah BakerGênesis, GN, 45:9, Voltem depressa para junto de meu pai e digam a ele: ´Assim manda dizer o seu filho José: Deus me pôs por senhor em toda a terra do Egito. Venha para junto de mim; não demore.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEu não sabia que criar uma humana seria tão difícil assim. Não compreendo por que ela sempre quer fazer tantas coisas perigosas.
Por Eden (anime)Imprevistos acontecem, mas, se estamos preparados, a chance de falhar ou de deixar de alcançar os resultados pretendidos diminuem muito.
Por João AdibeEu escolho o meu caminho por onde devo Ir... e As portas da Vida, quem vai abrindo por mim é Deus, e em cada porta que passar, vou comemorando as minhas Vitórias!
Por Tarcísio CustódioPlanejar em silêncio. Realizar em silêncio. Quanto menos pessoas souberem, melhor.
Por Ana Maria BragaUm dia você vai fazer coisas quê odeia por mim. Isso é o que significa ser família.
Por Jonathan Safran FoerMulher dos outros Antônio Maria Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um português e nos conhecia de nome de notícia. Propôs-nos, em vez de café, um vinho maduro, que recebera de sua terra, "uma terrinha (como disse) ao pé de Braga". Não se recusa um vinho maduro, sejam quais forem as circunstâncias. Aceitamo-lo. Nossa grata homenagem a José Manuel Pereira, que nos deu seu vinho. Nesse café, além de nós, havia um casal, aos beijos. As garrafas vazias (de cerveja) eram quatro sobre a mesa e seis sob. Beijavam-se, bebiam sua cervejinha e voltavam a beijar-se. Não olhavam para nós e pouco estavam ligando para o resto do mundo. Em dado momento, entraram dois rapazes e pediram aguardente no balcão. Ambos disseram palavrões, em voz alta. O casal dos beijos e da cerveja parou com as duas coisas. Outros palavrões e o cabeça do casal protestou: — Pára com isso, que tem senhora aqui! Um dos rapazes dos palavrões: — Não chateia! — Não chateia o quê? Pára com isso agora! Um dos rapazes do palavrão: — E essa mulher é tua mulher? — Não é, mas é mulher de um amigo meu! A briga não foi adiante. Todos rimos. O dono da casa, os rapazes dos palavrões, o casal. Está provado que: quem sai aos beijos com mulher de amigo não tem direito a reclamar coisa alguma.
Por Antonio Maria