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O amor iluminado pela razão filosófica, liga-se a uma confiança – inexplicável, sem objeto, intelectualmente incompreensível – no fundamento último das coisas.

Por Karl Jaspers

Mateus, MT, 17:20, Jesus respondeu: <J> - Por causa da pequenez da fé que vocês têm. Pois em verdade lhes digo que, se tiverem fé</J> <J>como um grão de mostarda, dirão a este monte: ´Mude-se daqui para lá`, e ele se mudará. Nada lhes será impossível.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Mude [meu caro] antes de ser obrigado a fazê-lo

Por Jack Welch

⁠Qualidade sem resultados é inútil, mas resultado sem qualidade é chato.

Por Johan Cruyff

É mais vulgar ver um amor absoluto do que uma amizade perfeita.

Por Jean de la Bruyere

Eis um universo tão imenso que eu estou perdido nele. Não sei mais onde estou. Eu sou apenas nada. Nosso mundo é aterrorizante em sua insignificância.

Por Bernard Fontenelle

Deuteronômio, DT, 8:6, Guardem os mandamentos do Senhor, seu Deus, para que vocês andem nos seus caminhos e o temam.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Se se morre de amor! — Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n'alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve, e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d'amor arrebatar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio, Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes no morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D'amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração — abertos Ao grande, ao belo; é ser capaz d'extremos, D'altas virtudes, té capaz de crimes! Compr'ender o infinito, a imensidade, E a natureza e Deus; gostar dos campos, D'aves, flores, murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma Fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, e não saber, não ter coragem Para dizer que amor que em nós sentimos; Temer qu'olhos profanos nos devassem O templo, onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis, d'ilusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre! Se tal paixão porém enfim transborda, Se tem na terra o galardão devido Em recíproco afeto; e unidas, uma, Dois seres, duas vidas se procuram, Entendem-se, confundem-se e penetram Juntas — em puro céu d'êxtases puros: Se logo a mão do fado as torna estranhas, Se os duplica e separa, quando unidos A mesma vida circulava em ambos; Que será do que fica, e do que longe Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio? Pode o raio num píncaro caindo, Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos; Pode rachar o tronco levantado E dois cimos depois verem-se erguidos, Sinais mostrando da aliança antiga; Dois corações porém, que juntos batem, Que juntos vivem, — se os separam, morrem; Ou se entre o próprio estrago inda vegetam, Se aparência de vida, em mal, conservam, Ânsias cruas resumem do proscrito, Que busca achar no berço a sepultura! Esse, que sobrevive à própria ruína, Ao seu viver do coração, — às gratas Ilusões, quando em leito solitário, Entre as sombras da noite, em larga insônia, Devaneando, a futurar venturas, Mostra-se e brinca a apetecida imagem; Esse, que à dor tamanha não sucumbe, Inveja a quem na sepultura encontra Dos males seus o desejado termo!

Por Gonçalves Dias

Somos um povo generoso mas devemos ser justos - Tenho medo dessas grandes palavras - disse Stephen- que nos fazem tão infelizes.

Por James Joyce

Quando você... Quando você estiver triste, com o coração cheio de mágoas, me procure. Se eu não puder ajudar, prometo que tomarei um bom porre com você e xingarei todos que te deixaram assim! Quando você estiver feliz e quiser comemorar, me procure. Se eu não puder ser aquela banda que você deseja que toque, posso fazer muito barulho, assobiando, gritando, cantando e batendo as tampas da panela! Quando você estiver pra baixo, me procure. Posso não conseguir levantar seu astral, mas prometo fazer de tudo para que você não caia ainda mais! Quando você estiver com medo de alguma coisa, me procure. Prometo que vou tirar um sarro da sua cara, vou me virar do avesso de tanto rir e você vai criar coragem na hora! Quando você quiser choramingar pelos cantos, me procure. Prometo contar muitas histórias horrorosas, uma pior que a outra e você vai acabar com essas frescurinhas no mesmo instante! Quando você estiver com uma confusão muito grande na sua cabeça, me procure. Prometo explicar minuciosamente o quanto você não entende nada vezes nada! Quando você começar a se irritar, por achar que tudo que faço, é só para te irritar, me procure. Então, nessa hora, farei você entender que eu estou simplesmente querendo roubar um sorriso seu, apenas porque: Adoro você!

Por Desconhecido