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Minha vida está em ruínas, não há obstáculo à visão daquilo que é.

Por Jean-Yves Leloup

A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.

Por Augusto Branco

Juízes, JZ, 5:18, Zebulom é povo que arriscou a sua vida, bem como Naftali, nas alturas do campo.

Por Juízes, Antigo Testamento

Promessas de um mundo novo... Prometa-me Prometa-me neste dia Prometa-me agora Enquanto o sol está sobre nossas cabeças Exatamente no zênite Prometa-me: Mesmo que eles Acertem você Com uma montanha de ódio e violência Mesmo que eles te pisem e te esmaguem Como um verme Mesmo que eles te desmembrem e te removam as entranhas Lembre-se irmão; Lembre-se: O homem não é nosso inimigo. A única coisa que vale a pena é a sua compaixão – Invencível, ilimitada, incondicional. O ódio nunca deixará que você encare A besta no homem. Um dia, quando você encarar essa besta sozinho, Com sua coragem intacta, seus olhos amáveis, sem confusão (mesmo que ninguém os veja) Do seu sorriso Brotará uma flor E aqueles que o amam Te compreenderão Através de dez mil mundos de nascimento e morte. Sozinho novamente, Eu irei adiante com a cabeça inclinada Sabendo que o amor se tornou eterno. Na estrada longa e árdua, O sol e a lua Continuarão a brilhar.

Por Thich Nhat Hanh

Jó, JÓ, 36:29, Pode alguém entender como ele estende as nuvens e como os trovões ecoam em sua tenda?

Por Jó, Antigo Testamento

⁠Será que só era possível desfrutar de verdade de algo se você soubesse que estava em risco de perdê-lo?

Por Ann Cleeves

O SILÊNCIO DOS LOBOS Pense em alguém que seja poderoso… Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas. Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente. Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade ! Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Você pode escolher o silêncio. Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: “Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio”. Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas. Texto Aldo Novak ...

Por Alexandre oliveira

Quem pode livre ser, gentil Senhora, Vendo-vos com juízo sossegado, Se o Menino que de olhos é privado Nas meninas de vossos olhos mora? Ali manda, ali reina, ali namora, Ali vive das gentes venerado; Que o vivo lume e o rosto delicado Imagens são nas quais o Amor se adora. Quem vê que em branca neve nascem rosas Que fios crespos de ouro vão cercando, Se por entre esta luz a vista passa, Raios de ouro verá, que as duvidosas Almas estão no peito trespassando Assim como um cristal o Sol trespassa.

Por Luís de Camões

Antes de amar-te, amor, nada era meu Vacilei pelas ruas e as coisas: Nada contava nem tinha nome: O mundo era do ar que esperava. E conheci salões cinzentos, Túneis habitados pela lua, Hangares cruéis que se despediam, Perguntas que insistiam na areia. Tudo estava vazio, morto e mudo, Caído, abandonado e decaído, Tudo era inalienavelmente alheio, Tudo era dos outros e de ninguém, Até que tua beleza e tua pobreza De dádivas encheram o outono.

Por Pablo Neruda

⁠Parece simples, mas saber o que você quer pode ser a parte mais difícil do gerenciamento de riscos.

Por Allison Schrager