Veja outros textos inspiradores!

Quero tirar a máscara e ver a vida se extinguir nos olhos dele.

Por Halloween Kills: O Terror Continua

A direção em que você está é mais importante que a distância que já percorreu.

Por Ed René Kivitz

Não há em língua humana palavra que, como o beijo, exprima, por mais silencioso que ele seja, a ternura e o amor.

Por Júlia Lopes de Almeida

Acabei de roubar a razão. E o antigo dono sofria de depressão.

Por Froid

Mateus, MT, 11:10, <J>Este é aquele de quem está escrito:</J> <J>´Eis que eu envio adiante de você</J> <J>o meu mensageiro,</J> <J>que preparará o caminho</J> <J>diante de você.`</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Os fatos têm a tendência de obscurecer a verdade.

Por Amós Oz

Sou alguém que já quebrou muito a cara com pessoas, já confiou em quem não devia, já se apaixonou por quem não deu valor.. Sou alguém que se entregou a amizades, acreditou que no fundo não passaram de mentiras, que hoje não se arrepende de nada que fez, passou, viveu, sofreu.. por um amor.. sim.. amor.. pois para mim.. não existe um único amor.. existem vários! Cada qual com sua intensidade, cada qual com sua vontade, desejos e consequências... Eu sou alguém que só quer ser feliz, e não depende de ninguém pra isso. MINHA FELICIDADE DEPENDE DE MIM, NÃO DE VOCÊ!

Por Olimpya Ferraz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palvra tua, qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo.

Por Jota Quest

Este é o problema com a vida: se você não está crescendo, está afundando.

Por Karin Slaughter

O Amor Bate na Aorta Cantiga de amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo, suspende a saia das mulheres, tira os óculos dos homens, o amor, seja como for, é o amor. Meu bem, não chores, hoje tem filme de Carlito. O amor bate na porta o amor bate na aorta, fui abrir e me constipei. Cardíaco e melancólico, o amor ronca na horta entre pés de laranjeira entre uvas meio verdes e desejos já maduros. Entre uvas meio verdes, meu amor, não te atormentes. Certos ácidos adoçam a boca murcha dos velhos e quando os dentes não mordem e quando os braços não prendem o amor faz uma cócega o amor desenha uma curva propõe uma geometria. Amor é bicho instruído. Olha: o amor pulou o muro o amor subiu na árvore em tempo de se estrepar. Pronto, o amor se estrepou. Daqui estou vendo o sangue que corre do corpo andrógino. Essa ferida, meu bem, às vezes não sara nunca às vezes sara amanhã. Daqui estou vendo o amor irritado, desapontado, mas também vejo outras coisas: vejo beijos que se beijam ouço mãos que se conversam e que viajam sem mapa. Vejo muitas outras coisas que não ouso compreender...

Por Carlos Drummond de Andrade