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Atos, AT, 8:11, Davam atenção a ele porque durante muito tempo os havia impressionado com as suas artes mágicas.
Por Atos, Novo TestamentoI Reis, 1RS, 6:37, No quarto ano, no mês de zive, foi lançado o fundamento da Casa do Senhor.
Por I Reis, Antigo TestamentoII Crônicas, 2CR, 32:3, decidiu, em consulta com os seus oficiais e os seus homens valentes, tapar as fontes das águas que havia fora da cidade; e eles o ajudaram.
Por II Crônicas, Antigo Testamento" Enquanto vivermos… Na ignorância do passado… E almejando o futuro, O presente sempre será invisível… Aos olhos daquele que busca pela evolução".
Por Bento GonçalvesEzequiel, EZ, 38:11, Você dirá: ´Vou invadir a terra das aldeias sem muralhas. Atacarei um povo pacífico que vive em segurança, todos em cidades sem muralhas, sem ferrolhos nem portões,
Por Ezequiel, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 7:2, Os filhos de Tola foram: Uzi, Refaías, Jeriel, Jamai, Ibsão e Samuel, chefes das suas famílias, descendentes de Tola; homens valentes nas suas gerações, cujo número, nos dias de Davi, foi de vinte e dois mil e setecentos.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoHorizonte O mar anterior a nós, teus medos Tinham coral e praias e arvoredos. Desvendadas a noite e a cerração, As tormentas passadas e o mistério, Abria em flor o Longe, e o Sul sidério Splendia sobre sobre as naus da iniciação. Linha severa da longínqua costa Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta Em árvores onde o Longe nada tinha; Mais perto, abre-se a terra em sons e cores: E, no desembarcar, há aves, flores, Onde era só, de longe a abstracta linha. O sonho é ver as formas invisíveis Da distância imprecisa, e, com sensíveis Movimentos da esp'rança e da vontade, Buscar na linha fria do horizonte A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte Os beijos merecidos da Verdade.
Por Fernando PessoaSer famoso não é bonito. Não nos torna mais criativos. São dispensáveis os arquivos. Um manuscrito é só um escrito. O fim da arte é doar somente. Não são os louros nem as loas. Constrange a nós, pobres pessoas, Estar na boca de toda a gente. Cumpre viver sem impostura. Viver até os últimos passos. Aprender a amar os espaços E a ouvir o som da voz futura. Convém deixar brancos à beira Não do papel, mas do destino, E nesses vãos deixar inscritos Capítulos da vida inteira. Apagar-se no anonimato, Ocultando nossa passagem Pela vida, como à paisagem Oculta a nuvem com recato. Alguns seguirão, passo a passo, As pegadas do teu passar, Mas não deves dissociar Teu sucesso de teu fracasso. Não deves renunciar a um mín- Imo pedaço do teu ser, Só estar vivo e permanecer Vivo, e viver até o fim.
Por Boris Pasternak