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Quando duas pessoas se encontram e há uma conexão real entre elas, não existe essa história de mundo diferentes. O que existe é o amor, esse sentimento que salva as pequenas horas, às vezes um dia e, com sorte, uma vida.
Por Christian FigueiredoEntre nós dois se o tempo passa A gente nunca vê São tantas evidências perfeitas Que há entre nós Que é tão fácil entender o destino E tudo que ele é capaz de fazer Entre você e eu Só existe o amor
Por LandauI Crônicas, 1CR, 4:32, As suas aldeias foram: Etã, Aim, Rimom, Toquém e Asã; cinco cidades,
Por I Crônicas, Antigo TestamentoPrimeiro Amor Quero voltar ao início de tudo Encontrar me contigo senhor Quero rever meus conceitos, valores Eu Quero reconstruir Vou regressar ao caminho Vou ver as primeiras obras senhor Eu me arrependo senhor, Me arrependo senhor Me arrependo senhor Eu quero voltar Ao primeiro amor Ao primeiro amor Eu quero voltar a Deus
Por Aline BarrosII Reis, 2RS, 6:14, Então o rei enviou para lá cavalos, carros de guerra e um grande exército. Eles chegaram de noite e cercaram a cidade.
Por II Reis, Antigo TestamentoA capacidade de esquecer é o que existe de mais precioso sobre a face da terra, sob as nossas faces. Amar é indubitavelmente mais magnânimo, mas não é tão essencial quanto o esquecimento: é ele que nos mantém vivos. O amor torna a paisagem mais bonita, mas é o bálsamo curativo do esquecimento que nos faz ter vontade de abrir os olhos para vê-la. A paixão empresta um sentido quase mítico aos dias, mas é esquecer da excruciante tristeza perante a morte dela que nos torna aptos para nos encantarmos novamente dali a pouco. Já esqueci amores inesquecíveis e sobrevivi a paixões que, tinha convicção, me aniquilariam se terminassem. Às vezes cruzo na rua com fantasmas que já foram muito vivos na minha história e não deixo de sentir uma certa melancolia por perceber que aquele rosto um dia pleno de significado se tornou tão relevante quanto um outdoor de pasta de dente. Algumas pessoas são apagadas da memória como filmes desimportantes. Sem maldade o intenção; apenas esmaecem até desaparecer. Mas é mesmo impossível nos lembrar de todos os que passaram por nós: gente demais, espaço de menos. Da mesma forma que minha história está repleta de coadjuvantes e figurantes que, irrefletidamente, se auto-proclamavam protagonistas, eu devo ser a personagem cômica da história de alguém. Ninguém se esquiva da experiência constrangedora de bancar o bobo da corte no reino de outro. Mas esse oco de significado não vem sem um certo pesar. É ruim notar que já não dizemos praticamente nada para quem importou tanto. Na verdade é dolorido ser olvidado: não é fácil encarar que não somos insubstituíveis e que nossa saída displicente abre uma possibilidade de entrada tão desejada por outros. Mas só nos desenroscamos e seguimos nosso rumo natural, em frente, quando eliminamos alguns seres que, caso contrário, nos prenderiam aos emaranhantes aguapés de recordações. "Há pessoas que ficam doendo com a lembrança de outra pessoa, entra ano, sai ano, virando e revirando o caleidoscópio, olhando como caem e de dispõe as cores e os cristais do sofrimento" (Paulo Mendes Campos). O passado deve ser mantido no lugar dele e não trazido nas costas feito mochila de viajante, lotado com os erros cometidos e alegrias jamais revividas. Para ser feliz é necessário pouca coisa além se livrar do excesso de carga e esquecer as coisas certas. É útil também jamais perder de vista um detalhe, afixá-lo no espelho do banheiro, repetir como um mantra: absolutamente nada é pra sempre, nem sentimentos que parecem ser. Nunca mais haverá amor como aquele? Ótimo, porque o novo é tão imenso que seria um desperdício se algo se repetisse. Todo mundo passa. E é bom que seja assim.
Por Ailin AleixoNão podemos conhecer nada de exterior a nós próprios que nos supere (...) o universo é o espelho em que podemos contemplar apenas o que aprendemos a conhecer em nós.
Por Italo CalvinoTodos nós temo que começar de algum lugar se a gente quer melhorar, e é o nosso próprio ser que a gente tem pra segurar.
Por A Cor Púrpura (livro)– Então, vovô, como vai o negócio de seguros? – As pessoas morrem, nós pagamos. As pessoas batem o carro, nós pagamos. As pessoas perdem um pé, nós pagamos. – Pelo menos você tem um novo slogan.
Por Gilmore Girls