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Quanto mais eu me solto, tu me prende mais

Por Delacruz

II Pedro, 2PE, 2:10, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em desejos impuros e desprezam qualquer autoridade. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar os gloriosos seres celestiais,

Por II Pedro, Novo Testamento

Miquéias, MQ, 1:5, ´Tudo isso por causa da transgressão de Jacó e dos pecados da casa de Israel. Qual é a transgressão de Jacó? Será que não é Samaria? E quais são os lugares altos de Judá? Será que não é Jerusalém?

Por Miquéias, Antigo Testamento

Salmos, SL, 106:34, Não exterminaram os povos, como o Senhor lhes havia ordenado.

Por Salmos, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 29:5, Vou lançá-lo no deserto, você e todos os peixes dos seus rios. Você cairá em campo aberto, não será recolhido nem sepultado. Eu o darei como alimento aos animais selvagens e às aves do céu.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Ainda há gente que não sabe, quando se levanta, de onde virá a próxima refeição e há crianças com fome que choram.

Por Nelson Mandela

O sábio não se exibe, e por isso brilha. Ele não se faz notar, e por isso é notado. Ele não se elogia, e por isso tem mérito. E, porque não está competindo, ninguém no mundo pode competir com ele.

Por Lao Tzu

Êxodo, EX, 30:32, Não se ungirá com ele o corpo de quem não for sacerdote. Não façam outro óleo semelhante, da mesma composição; é óleo santo e será santo para vocês.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Meu pescoço quando ama fica muito comprido, a pele vira cobra, gira 300 e 60 graus por amor. Meu pescoço não tem boca, a sua língua é referência de boca pra ele.

Por Aline Bei

O Amor Bate na Aorta Cantiga de amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo, suspende a saia das mulheres, tira os óculos dos homens, o amor, seja como for, é o amor. Meu bem, não chores, hoje tem filme de Carlito. O amor bate na porta o amor bate na aorta, fui abrir e me constipei. Cardíaco e melancólico, o amor ronca na horta entre pés de laranjeira entre uvas meio verdes e desejos já maduros. Entre uvas meio verdes, meu amor, não te atormentes. Certos ácidos adoçam a boca murcha dos velhos e quando os dentes não mordem e quando os braços não prendem o amor faz uma cócega o amor desenha uma curva propõe uma geometria. Amor é bicho instruído. Olha: o amor pulou o muro o amor subiu na árvore em tempo de se estrepar. Pronto, o amor se estrepou. Daqui estou vendo o sangue que corre do corpo andrógino. Essa ferida, meu bem, às vezes não sara nunca às vezes sara amanhã. Daqui estou vendo o amor irritado, desapontado, mas também vejo outras coisas: vejo beijos que se beijam ouço mãos que se conversam e que viajam sem mapa. Vejo muitas outras coisas que não ouso compreender...

Por Carlos Drummond de Andrade