Veja outros textos inspiradores!
Atos, AT, 13:8, Porém o mago Elimas - e é assim que se traduz o nome dele - se opunha a eles, procurando afastar da fé o procônsul.
Por Atos, Novo TestamentoJeremias, JR, 17:15, Eis que eles me dizem: ´Onde está a palavra do Senhor? Que se cumpra!`
Por Jeremias, Antigo TestamentoSó duas coisas podem transformar um dia de cão num dia maravilhoso. A primeira é o amor. A segunda é um golpe de mais de 10 milhões de euros.
Por Berlim (série)Você está enganando a mulher que você afirma amar, prendendo-a em uma caixa de heteronormatividade e tentando torná-la sua propriedade. Ela não é uma panela de arroz ou um prato de bolo. Ela é um ser humano.
Por Alguém Avisa (filme)A vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. eventualmente reprogramada. conscientemente executada. muitas vezes ousada.
Por Lya LuftSó há uma forma de seguir em frente: lembrando do que realmente importa.
Por Avatar: O Último Mestre do Ar (série)Não estou pedindo uma segunda chance Estou gritando com toda a minha voz Me dê razão, mas não me dê escolha Senão eu cometerei o mesmo erro outra vez
Por James BluntDEIXE ESTAR Se eu pudesse cambiar-te, se eu pudesse Extrair-te de vez do meu repetitivo poetar E a saudade de ter-te desapego eu tivesse No esquecimento, pudesse, ali, te largar... Ah se pudesse! ... se essa paz a mim viesse Em canto ou em prece, me traga este lugar Ao meu tormento, piedade, que seja benesse Deste perdido amor, encantamento, se calar! E, se a poesia insistir neste sofrimento meu Do amor que eu senti um dia, e que foi seu Silêncio. Permita ao amor, se quiser, chorar! E olha, esqueça tudo por qualquer segundo Tudo passa, mas doí tanto, e é bem profundo Mas se é perdido, não esquecido, deixa estar! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 26, agosto, 2021, 11’03’ - Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLMeus pais deviam querer uma menina sentadinha na igreja vestindo roupas florais e com um sorriso doce. Ganharam coturnos e uma boca fechada Até se provar afiada como um machete.
Por Elizabeth Acevedo