Veja outros textos inspiradores!

Apocalipse, AP, 21:8, Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos imorais, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que está queimando com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

Por Apocalipse, Novo Testamento

Os empoderados foram convidados a Lincoln City para ajudar nas fábricas, na construção. E, sim, na época a utilidade desses poderes superava os riscos em potencial. Ninguém sabia por que algumas pessoas tinham poderes, mas, se trabalhassem bem, não importava.

Por Code 8: Renegados

Josué, JS, 22:15, Eles se dirigiram à terra de Gileade, onde estavam os filhos de Rúben, os filhos de Gade e a meia tribo de Manassés, e lhes falaram, dizendo:

Por Josué, Antigo Testamento

Eu não tenho a alma de um corrimão. Eu sou mais do elo, da liga e do laço. Respeito para mim é coisa fina, assim como o abraço.

Por Ana Elisa Ribeiro

Compreender quando a vida traça rumos diferentes, é saber o momento de ir embora ao invés de fingir que ainda faz sentido ficar por egoísmo, ser machucado e também machucar.

Por Iandê Albuquerque

A crítica quando despojada dos seus elementos negativos, se torna a mais alta tribuna do aperfeiçoamento.

Por Henrique Jose de Souza

Ode ao Burguês Eu insulto o burgês! O burguês-níquel, o burguês-burguês! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva! o homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso pouco-a-pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosas! os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros! que vivem dentro de muros sem pulos, e gemem sangues de alguns mil-réis fracos para dizerem que as filhas da senhora falam o francês e tocam os “Printemps” com as unhas! Eu insulto o burguês-funesto! O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições! Fora os que algarismam os amanhãs! Olha a vida dos nossos setembros! Fará Sol? Choverá? Arlequinal! Mas à chuva dos rosais o êxtase fará sempre Sol! Morte à gordura! Morte às adiposidades cerebrais Morte ao burguês-mensal! ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi! Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano! “_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos? _ Um colar… _ Conto e quinhentos!!! Mas nós morremos de fome!” Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma! Oh! purée de batatas morais! Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas! Ódio aos temperamentos regulares! Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia! Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados! Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos, sempiternamente as mesmices convencionais! De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia! Dois a dois! Primeira posição! Marcha! Todos para a Central do meu rancor inebriante! Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio! Morte ao burguês de giolhos, cheirando religião e que não crê em Deus! Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico! Ódio fundamento, sem perdão! Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Por Mário de Andrade

Sem esforço de nossa parte, jamais atingiremos o alto da montanha. Não desanime no meio da estrada: siga em frente, porque os horizontes se tornarão amplos e maravilhosos à medida que for subindo. Mas não se iluda, pois só atinge o cimo da montanha se estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada.

Por Carlos Torres Pastorino

Só um imbecil gostaria de fazer o que não gosta.

Por Mario Sergio Cortella

E se ela estiver entediada com tudo e quiser que o mundo seja mais mágico?

Por Hora de Aventura com Fionna e Cake