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Às vezes me pergunto se o mundo está sendo governado por pessoas inteligentes que estão nos enganando ou por imbecis que realmente acreditam que estão fazendo certo.

Por Laurence J. Peter

⁠Ele só podia entender o mundo e as outras pessoas através do prisma de sua própria consciência, julgando-as nos termos implacáveis que julgava a si mesmo.

Por Jan Swafford

“Amar significa sofrer, não amar significa morrer.”

Por Hippolyte Taine

Números, NM, 34:21, da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom;

Por Números, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 6:57, Aos filhos de Arão deram as cidades de refúgio: Hebrom e Libna com os seus arredores, Jatir e Estemoa com os seus arredores,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 15:3, Israel esteve por muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem sacerdote que o ensinasse e sem Lei.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Mesmo sendo o primeiro dia de aula, ela já é a garota mais admirada daqui.

Por Komi Can’t Communicate

Quero tirar a máscara e ver a vida se extinguir nos olhos dele.

Por Halloween Kills: O Terror Continua

Eu nao defino o Angolano pela cor, seja ele branco, preto ou mulato eu defino o Angolano como aquele que ama Angola e luta por ela.

Por Jonas Savimbi

Toco a sua boca com um dedo, toco o contorno da sua boca, vou desenhando essa boca como se estivesse saindo da minha mão, como se, pela primeira vez, a sua boca entreabrisse, e basta-me fechar os olhos para desfazer tudo e recomeçar. Faço nascer, de cada vez, a boca que desejo, a boca que minha mão escolheu e desenha no seu rosto, uma boca eleita entre todas, com soberana liberdade, eleita por mim para desenhá-la com minha mão em seu rosto, e que, por um acaso, que não procuro compreender, coincide exatamente com a sua boca, que sorri debaixo daquela que minha mão desenha em você. Você me olha, de perto me olha, cada vez mais de perto, e então brincamos de ciclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam uns dos outros, sobrepõe-se, e os ciclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas, onde um ar pesado vai e vem, com um perfume antigo e um grande silêncio. Então as minhas mãos procuram afogar-se no seu cabelo, acariciar lentamente a profundidade do seu cabelo, enquanto nos beijamos como se estivéssemos com a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de fragrância obscura. E se nos mordemos, a dor é doce; e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta madura, e eu sinto você tremular contra mim, como uma lua na água.

Por Julio Cortázar