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Provérbios, PV, 29:22, A pessoa colérica provoca discórdias, e quem facilmente fica irado multiplica as transgressões.

Por Provérbios, Antigo Testamento

eu nunca soube ser metade nem da laranja em cima do muro nem morna ponderando o mergulho sempre fui inteira: um cacho maduro um limão sem suco dos pés à cabeça da cabeça às nuvens

Por Clara Baccarin

Nos seus olhos quero descobrir, uma razão para viver, e as feridas dessa vida eu quero esquecer.

Por Frejat

Não mais delirar, nem sentir no corpo esse seguir sem descanso, atrás de sutilezas que não podem ser descritas.

Por Fernanda Young

⁠Se o racismo diz que eu não sei, eu vou dizer que sei ainda mais. Pra mim é muito importante desmistificar isso. Eu quero ser eu, não quero ser idealizada nem inferiorizada. Assim como todas as pessoas, quero dizer que há dias em que sei, e dias em que não sei. Às vezes eu choro e às vezes eu rio, às vezes eu quero e às vezes eu não quero. Quero ter essa liberdade humana de ser eu.

Por Djamila Ribeiro

A idéia que não é perigosa, não merece ser chamada de idéia.

Por Oscar Wilde

EU SEI, MAS NÃO DEVIA A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado. A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar. A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor. A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão. A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural. A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar. A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma. A gente se acostuma, eu sei, mas não devia.

Por Marina Colasanti

Jó, JÓ, 37:14, ´Dê ouvidos a isto, Jó; pare e pense nas maravilhas de Deus.

Por Jó, Antigo Testamento

O Capoeira - Qué apanhá sordado? - O quê? - Qué apanhá? Pernas e cabeças na calçada.

Por Oswald de Andrade

Não é o desafio que define quem somos nem o que somos capazes de ser, mas como enfrentamos esse desafio: podemos incendiar as ruínas ou construir, através delas e passo a passo, um caminho que nos leve à liberdade.

Por Richard Bach