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Desde o século XVIII que aquilo que sabemos já não está de acordo com aquilo em que acreditamos.

Por François Jacob

Tiago, TG, 5:3, O seu ouro e a sua prata estão enferrujados, e essa ferrugem será testemunha contra vocês e há de devorar, como fogo, o corpo de vocês. Nestes tempos do fim, vocês ajuntaram tesouros.

Por Tiago, Novo Testamento

Talvez o auto-aperfeiçoamento não seja a solução. (...) Talvez a solução seja a auto-destruição.

Por Chuck Palahniuk

A juventude tenta escapar ilesa, por muito conscienciosa que seja no modo como interpreta a sua fuga, ainda assim traz na testa a marca de Caim, a marca de quem traiu o irmão.

Por Annemarie Schwarzenbach

Sua mãe entra no quarto, e mesmo que você esteja lendo algum artigo na Wikipedia você troca de aba correndo.

Por Kéfera Buchmann

⁠Os mortos pertencem ao passado. Eu preciso olhar para o futuro. (Lorde Shen)

Por Kung Fu Panda 2

"As coisas boas duram pouco. O suficiente para se tornarem inesquecíveis."

Por Mestre Arievlis

Olho em redor do bar em que escrevo estas linhas. Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha, nem desconfia que se acha conosco desde o início das eras. Pensa que está somente afogando problemas dele, João Silva... Ele está é bebendo a milenar inquietação do mundo!

Por Mario Quintana

O homem deve bastar-se a si mesmo, isto é, não depender dos outros para nada ou para o mínimo possível, as pessoas em sua autossuficiência precisam não ter necessidade de nada de que venha de outras pessoas.

Por Antístenes

Só me resta agora Esta graça triste De te haver esperado Adormecer primeiro. Ouço agora o rumor Das raízes da noite, Também o das formigas Imensas, numerosas, Que estão, todas, corroendo As rosas e as espigas. Sou um ramo seco Onde duas palavras Gorjeiam. Mais nada. E sei que já não ouves Estas vãs palavras. Um universo espesso Dói em mim com raízes De tristeza e alegria. Mas só lhe vejo a face Da noite e a do dia. Não te dei o desgosto De ter partido antes. Não te gelei o lábio Com o frio do meu rosto. O destino foi sábio: Entre a dor de quem parte E a maior — de quem fica — Deu-me a que, por mais longa, Eu não quisera dar-te. Que me importa saber Se por trás das estrelas haverá outros mundos Ou se cada uma delas É uma luz ou um charco? O universo, em arco, Cintila, alto e complexo. E em meio disso tudo E de todos os sóis, Diurnos, ou noturnos, Só uma coisa existe. É esta graça triste De te haver esperado Adormecer primeiro. É uma lápide negra Sobre a qual, dia e noite, Brilha uma chama verde

Por Cassiano Ricardo