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As únicas pessoas que me interessam são as loucas, aquelas que são loucas por viver, loucas por falar, loucas por serem salvas; as que desejam tudo ao mesmo tempo. As que nunca bocejam ou dizem algo desinteressante, mas que queimam e brilham, brilham, brilham como luminosos fogos de artifícios cruzando o céu.

Por Jack Kerouac

⁠A disposição de uma equipe e o entendimento e a colaboração entre os jogadores na quadra podem ser mais decisivos que o brilho individual

Por Bernardinho

SONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!

Por Álvares de Azevedo

Histórias... podem ensinar, corrigir erros, iluminar o coração, oferecer um abrigo psicológico, promover mudanças e curar feridas.

Por Clarissa Pinkola Estés

A falsa modéstia é o último requinte da vaidade.

Por Jean de la Bruyere

Jeremias, JR, 49:36, Trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos da terra e os dispersarei na direção de todos esses ventos; e não haverá país aonde não cheguem os fugitivos de Elão.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Morremos quando não há mais ninguém por quem tenhamos vontade de viver.

Por Henry de Montherlant

Neemias, NE, 5:13, Também sacudi o meu manto e disse: - Que Deus faça o mesmo, sacudindo para fora de sua casa e de seu trabalho todo aquele que não cumprir esta promessa! Que assim seja sacudido e despojado. E toda a congregação respondeu: - Amém! E louvaram o Senhor. E o povo fez segundo a sua promessa.

Por Neemias, Antigo Testamento

Isaías, IS, 29:5, Mas a multidão dos seus inimigos será como o pó fino, e a multidão dos tiranos, como a palha que voa. E isso acontecerá de repente, num instante.

Por Isaías, Antigo Testamento

Ninguem paga minhas conta, ninguem apaga minhas ponta

Por Cone Crew Diretoria