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Eu preciso dizer o que sinto e penso de alguma forma - é um alívio! Mas o esforço está ficando maior que o alívio.

Por Charlotte Perkins Gilman

Que Deus ouça as preces que lhe dirijo quando amanheço revigorada e anoiteço tranquila. Quando consigo manter uma relação mais gentil com as lembranças difíceis que, às vezes, ainda me assombram. Quando posso desfrutar do contentamento mesmo sabendo que existem problemas que aguardam eu me entender com eles. Quando não peço nada além de força para prosseguir, por acreditar que, fortalecida, eu posso o que quiser, em Deus.

Por Ana Jácomo

⁠O esporte é a maior ferramenta de educação que nós temos.

Por Douglas Viegas (O Poderosíssimo Ninja)

A gente tenta sempre fazer o melhor, escolher o lado certo. Na teoria, parece simples, mas são dois lados de uma só moeda.

Por Dom (série)

II Reis, 2RS, 6:21, Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: - Meu pai, devo matá-los? Devo matá-los?

Por II Reis, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 31:40, que ela produza espinhos em vez de trigo, e joio em lugar de cevada.` Fim das palavras de Jó.

Por Jó, Antigo Testamento

Quando você se apaixona pelo processo e não pelo resultado, não precisa esperar para se dar ao luxo de ser feliz.

Por James Clear

Jó, JÓ, 42:5, Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem.

Por Jó, Antigo Testamento

A nossa civilização está condenada porque se desenvolveu com mais vigor materialmente do que espiritualmente. O seu equilíbrio foi destruído.

Por Albert Schweitzer

Lira do amor romântico Ou a eterna repetição Atirei um limão n’água e fiquei vendo na margem. Os peixinhos responderam: Quem tem amor tem coragem. Atirei um limão n’água e caiu enviesado. Ouvi um peixe dizer: Melhor é o beijo roubado. Atirei um limão n’água, como faço todo ano. Senti que os peixes diziam: Todo amor vive de engano. Atirei um limão n’água, como um vidro de perfume. Em coro os peixes disseram: Joga fora teu ciúme. Atirei um limão n’água mas perdi a direção. Os peixes, rindo, notaram: Quanto dói uma paixão! Atirei um limão n’água, ele afundou um barquinho. Não se espantaram os peixes: faltava-me o teu carinho. Atirei um limão n’água, o rio logo amargou. Os peixinhos repetiram: É dor de quem muito amou. Atirei um limão n’água, o rio ficou vermelho e cada peixinho viu meu coração num espelho. Atirei um limão n’água mas depois me arrependi. Cada peixinho assustado me lembra o que já sofri. Atirei um limão n’água, antes não tivesse feito. Os peixinhos me acusaram de amar com falta de jeito. Atirei um limão n’água, fez-se logo um burburinho. Nenhum peixe me avisou da pedra no meu caminho. Atirei um limão n’água, de tão baixo ele boiou. Comenta o peixe mais velho: Infeliz quem não amou. Atirei um limão n’água, antes atirasse a vida. Iria viver com os peixes a minh’alma dolorida. Atirei um limão n’água, pedindo à água que o arraste. Até os peixes choraram porque tu me abandonaste. Atirei um limão n’água. Foi tamanho o rebuliço que os peixinhos protestaram: Se é amor, deixa disso. Atirei um limão n’água, não fez o menor ruído. Se os peixes nada disseram, tu me terás esquecido? Atirei um limão n’água, caiu certeiro: zás-trás. Bem me avisou um peixinho: Fui passado pra trás. Atirei um limão n’água, de clara ficou escura. Até os peixes já sabem: você não ama: tortura. Atirei um limão n’água e caí n’água também, pois os peixes me avisaram, que lá estava meu bem. Atirei um limão n’água, foi levado na corrente. Senti que os peixes diziam: Hás de amar eternamente.

Por Carlos Drummond de Andrade