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Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, se isola do mundo. Prefere falar pouco, sair menos. E isso inclui se afastar das pessoas. Não por se sentir cansado ou enjoado delas. Apenas, pra ter um tempo exclusivo só seu, pra pensar sozinha. Pra sentir paz. Nas mais extremas das situações, emerge aquela vontade de desaparecer. Pegar o primeiro trem e ir pra qualquer lugar; sem deixar bilhete, aviso e telefone. Fazer isso, talvez, só pra que sintam a sua falta. Mesmo sem nunca saber, ao certo, o que foi sentido com sua partida. Essa é a vantagem de não ser muito apegado à coisas ou pessoas. Poder pensar nisso, na possibilidade de um dia realmente acontecer. E ser desepegado não significa que você não ame ou não nunca tenha amado de verdade, mas que você não vive em função de coisas materiais e imateriais, apenas. Entendam isso. Se um dia eu sumir do mapa, mudar de estado, conhecer finalmente a pessoa certa, casar e porventura não te enviar um convite, não se sinta desamado. Os sentimentos diferem de acordo com o tempo, espaço e pessoa. Mas são apenas diferentes! Nada tem a ver com oscilar entre o muito e o pouco. Mas é claro, não quero ser hipócrita, sempre há os "preferidos". Mas isso não é o que venho dizer hoje. O ponto que quero chegar é, nem sempre a gente esta disposto a dividir idéias, experiências e problemas. E sobre isso, a única coisa que se pode fazer é respeitar. Respeitar meus limites, minhas escolhas e meu silêncio. Mesmo que pra você seja tolice e ache que uma conversar seja o melhor pra mim. Lembre-se que, por mais que você tenha boas intenções, ninguém exceto eu mesma, sabe o que é melhor pra mim. Aceito seus conselhos, mas a decisão final, cabe a mim tomar. Então, deixe-me desviar desse mundo só por um tempinho. Prometo voltar quando sentir que preciso, verdadeiramente, de alguém, além de mim, por perto.
Por Daniela FernandesSuponho que o casamento sempre tenha sido uma proposta econômica, mesmo na ficção.
Por Adoráveis MulheresNas nossas vidas diárias, devemos ver que não é a felicidade que nos faz agradecidos, mas a gratidão é que nos faz felizes.
Por Albert Clarke— Aos 14, eu conheci a garota mais linda da minha cidade. Aos 15, nós tivemos uma briga terrível e não nos falamos por 1 ano. Aos 16, reencontrei ela em um supermercado, 5 minutos de conversa e eu me vi apaixonado. Aos 17, eu comecei a namorar com a garota mais bonita da cidade. Aos 22, eu fiquei noivo da mulher mais linda do país. Aos 25, eu estava casado com a mulher mais linda do mundo. Aos 27, eu tive um filho com a mulher mais madura que já conheci. Aos 29, eu tive uma filha, a filha mais linda da cidade. Aos 40, eu fiz 15 anos de casado com a mulher mais interessante do universo. Aos 50, eu percebi que nunca tinha tido olhos para outra, nesse mesmo ano, eu percebi que eu era um homem realizado. Aos 60, eu vi a mulher mais linda do mundo continuar sendo a mulher mais interessante do universo. Aos 76, eu senti falta dessa mulher, a mulher mais incrível do mundo, agora só existia em fotografias. Aos 78, eu senti que não tinha mais vida sem ela; nesse mesmo ano, eu me entreguei para viver a eternidade ao lado dela, seja lá onde fosse.
Por Filipe SouzaO sofrimento pode ser um valioso meio de autoconhecimento. Portanto, observe o que ele está tentando comunicar, pois a vida é feita de (re) construções, de (re) avaliações, composta de alegrias, de perdas, de renascimentos e de renovações incontáveis.
Por Soraya Rodrigues de AragaoLucas, LC, 4:25, <J>Na verdade lhes digo que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou</J> <J>por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra,</J>
Por Lucas, Novo Testamento