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Salmos, SL, 42:3, As minhas lágrimas têm sido o meu alimento dia e noite, enquanto me dizem continuamente: ´E o seu Deus, onde está?`

Por Salmos, Antigo Testamento

Ouves-me mas não me escutas.

Por Jean Baif

Provérbios, PV, 18:3, Com a maldade vem também o desprezo; com a desonra vem a vergonha.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Existem dois tipos de música: a música boa música e o outro tipo.

Por Duke Ellington

Jó, JÓ, 32:6, Então Eliú, filho de Baraquel, o buzita, tomou a palavra e disse: ´Eu sou de menos idade, e vocês são idosos. Por isso, tive receio e fiquei com medo de dar a minha opinião.

Por Jó, Antigo Testamento

Lucas, LC, 13:14, O chefe da sinagoga, indignado por ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: - Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham nesses dias para serem curados, mas não no sábado.

Por Lucas, Novo Testamento

Ezequiel, EZ, 11:13, Enquanto eu profetizava, Pelatias, filho de Benaías, morreu. Então caí com o rosto em terra, clamei em alta voz e disse: - Ah! Senhor Deus! Darás fim ao remanescente de Israel?

Por Ezequiel, Antigo Testamento

I Pedro, 1PE, 4:1, Ora, tendo Cristo sofrido na carne, estejam também vocês armados do mesmo pensamento. Pois aquele que sofreu na carne rompeu com o pecado,

Por I Pedro, Novo Testamento

Mateus, MT, 5:41, <J>Se alguém obrigar você a andar uma milha,</J> <J>vá com ele duas.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz - disse ele depois de um tempo - temos um pequeno período de tranquilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e psicoses. O que queríamos evitar no combate - a decepção e a derrota - passa a ser o único legado de nossa covardia. E, um belo dia, os sonhos mortos e apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte, a morte que nos livrasse de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível paz das tardes de domingo.

Por Paulo Coelho