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Eclesiastes, EC, 3:13, Sei também que poder comer, beber e desfrutar o que se conseguiu com todo o trabalho é dom de Deus.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

A vida é uma coisa tão estranha, ela pensou, depois de parar de rir. Mesmo depois de certas coisas acontecerem com elas, por mais terrível que seja a experiência, as pessoas continuam comendo e bebendo, indo ao banheiro e se lavando - vivendo, em outras palavras. E às vezes até riem alto.

Por Han Kang

Já teve aqueles dias que você acordou achando que não aguentaria mais nada e que não tinha ninguém pra te dizer que iria melhorar.

Por Pequena Sereia

Afinal, Ginger Rogers fez tudo o que Fred Astaire fez. Ela só fez ao contrário e de saltos altos.

Por Ann Richards

Se você deseja criar algo que vale a pena com a sua vida, precisa traçar uma linha entre as demandas do mundo e as suas próprias ambições.

Por Jocelyn K. Glei

A internet interpreta a censura como dano e cria rotas para contorná-la.

Por John Gilmore

Da chegada do amor Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,

Por Elisa Lucinda

Não é bom trabalhar duro sem traçar uma meta. É muito pior, no entanto, ter uma meta sem trabalhar duro para alcançá-la.

Por Mauricio C. Cantelli

A história da Páscoa é a história da maravilhosa janela de surpresa divina de Deus.

Por Carl Knudsen

Bastou eu só olhar Pra você logo me notar A gente se escondeu Achando que não ia dar Foi quando olhei e disse Brincar de amor pode matar Você piscou pra mim E disse bem vou arriscar Eu sonhei com você Sonho assim tão singular Eu selei nós lábios teus O aval do meu coração Olhando da janela Contamos historias pra durar Exatamente essas Que por pouco nos matou Eu disse é complicado Sou eu quem trago meus pedaços Cê disse meu amor Acha que nunca morri de amor Eu sonhei com você Sonho assim tão singular Eu selei nos lábios teus O aval do meu coração

Por LetíciaRSilva