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Uma das minhas regras é nunca explicar. Um escritor é como um mágico, se você explicar seus truques, a magia se torna mundana.
Por Laurell K. HamiltonSentindo o meu caminho em meio à escuridão Guiado pela batida de um coração Não sei dizer onde a jornada vai acabar Mas sei onde começar
Por AviciiII Tessalonicenses, 2TS, 1:3, Irmãos, devemos sempre dar graças a Deus por vocês, como convém, pois a fé que vocês têm cresce cada vez mais, e o amor que todos vocês têm uns pelos outros vai aumentando.
Por II Tessalonicenses, Novo TestamentoGênesis, GN, 31:23, Reuniu os seus parentes e saiu no encalço de Jacó, por sete dias de viagem, e o alcançou nos montes de Gileade.
Por Gênesis, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 8:2, A mulher se levantou e fez segundo a palavra do homem de Deus: saiu com os de sua casa e peregrinou durante sete anos na terra dos filisteus.
Por II Reis, Antigo TestamentoEntre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”
Por Alphonsus de Guimaraens