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( 011 ) RESUMO Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos, Pelos rumos que tomaram nossas vidas Na insônia das noites mal dormidas Na quebra das promessas que fizemos. No rosto dos amigos que perdemos, Nas canções que ouvimos repetidas No gosto das saudades escondidas De amores dos quais nunca esquecemos. Tudo isso, faz parte de nossa história. História que escrevemos dia a dia, Editada em um livro na memória E a minha, pra lhe ser sincero e franco, Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia Quando olho tantas páginas em branco. Jenário de Fátima
Por Jenário de FátimaI Reis, 1RS, 11:2, mulheres das nações de que o Senhor tinha dito aos filhos de Israel: ´Não casem com elas, nem casem elas com vocês, pois perverteriam o coração de vocês, para seguirem os seus deuses.` A estas Salomão se apegou pelo amor.
Por I Reis, Antigo Testamento· 20 de outubro de 2012 · ( 002 ) FANTASIA * Jenário de Fátima * Um Poeta, quando fala às estrelas Elas atenciosamente escutam. Não questionam e jamais refutam O que o poeta tem para dizê-las. Conta, que o poeta pra entretê-las Usa seu mais forte argumento, Aqueles versos cujo encantamento As lágrimas não há como contê-las. Por isso, quando a noite envolve o mundo E vemos numa fração de segundo Luzes vindas do céu em linha reta. Se crê que estas luzes simplesmente, São lágrimas de uma estrela inocente Que vive namorando algum poeta… Jenário de Fátima
Por Jenário de FátimaÊxodo, EX, 30:9, Não ofereçam incenso estranho sobre esse altar, nem holocausto, nem ofertas de cereais. Também não ofereçam libações sobre ele.
Por Êxodo, Antigo TestamentoNenhum de nós segue em frente sem olhar para trás. Seguimos em frente sempre levando aqueles que perdemos.
Por Depois de você - Jojo MoyesO Engenheiro A luz, o sol, o ar livre envolvem o sonho do engenheiro. O engenheiro sonha coisas claras: Superfícies, tênis, um copo de água. O lápis, o esquadro, o papel; o desenho, o projeto, o número: o engenheiro pensa o mundo justo, mundo que nenhum véu encobre. (Em certas tardes nós subíamos ao edifício. A cidade diária, como um jornal que todos liam, ganhava um pulmão de cimento e vidro). A água, o vento, a claridade, de um lado o rio, no alto as nuvens, situavam na natureza o edifício crescendo de suas forças simples.
Por João Cabral de Melo Neto