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Isaías, IS, 47:13, Você está cansada de tanto ouvir conselhos! Que se levantem, agora, os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova predizem o que há de vir sobre você. Que eles a ajudem!

Por Isaías, Antigo Testamento

Números, NM, 5:11, O Senhor disse a Moisés:

Por Números, Antigo Testamento

Os relacionamentos são diferentes dos esportes. Não podem ser praticados.

Por Fada do Levantamento de Peso (série)

Sempre há flores para aqueles que querem vê-las.

Por Henri Matisse

Efésios, EF, 3:10, E isso para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida dos principados e das potestades nas regiões celestiais,

Por Efésios, Novo Testamento

Eles alegam que é a ordem natural. Eles nasceram ricos, e nós nascemos pobres. E essa é a vontade de Deus. É a ordem natural que eles fiquem ricos, nos secando com aluguéis e impostos impagáveis.

Por Castlevania: Noturno

⁠El Desdichado Eu sou o Tenebroso, – o Viúvo, – o Inconsolado, O Senhor de Aquitânia à Torre da abulia: Meu único Astro é morto, o meu alaúde iriado Irradia o Sol negro da Melancolia. Na noite Sepulcral, Tu que me hás consolado, O Posílipo e o mar Itálico me envia, A flor que tanto amava o meu ser desolado, E a treliça onde a Vinha à Roseira se alia. Sou Biron, Lusignan?… Febo ou Amor? Na fronte Ainda o beijo da Rainha rubro me incendeia; Eu sonhei na Caverna onde nada a Sereia… E duas vezes cruzei vencedor o Aqueronte: Modulando na cítara a Orfeu consagrada Os suspiros da Santa e os arquejos da Fada.

Por Gérard de Nerval

“Às vezes uma coisa modesta é mais bonita que uma espalhafatosa. Depende muito dos olhos de quem admira.”

Por Carina Rissi

II Crônicas, 2CR, 35:19, Foi no décimo oitavo ano do reinado de Josias que foi celebrada esta Páscoa.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

O Paradoxo do Nosso Tempo Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

Por Bob Moorehead