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Isaías, IS, 47:13, Você está cansada de tanto ouvir conselhos! Que se levantem, agora, os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova predizem o que há de vir sobre você. Que eles a ajudem!
Por Isaías, Antigo TestamentoOs relacionamentos são diferentes dos esportes. Não podem ser praticados.
Por Fada do Levantamento de Peso (série)Efésios, EF, 3:10, E isso para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida dos principados e das potestades nas regiões celestiais,
Por Efésios, Novo TestamentoEles alegam que é a ordem natural. Eles nasceram ricos, e nós nascemos pobres. E essa é a vontade de Deus. É a ordem natural que eles fiquem ricos, nos secando com aluguéis e impostos impagáveis.
Por Castlevania: NoturnoEl Desdichado Eu sou o Tenebroso, – o Viúvo, – o Inconsolado, O Senhor de Aquitânia à Torre da abulia: Meu único Astro é morto, o meu alaúde iriado Irradia o Sol negro da Melancolia. Na noite Sepulcral, Tu que me hás consolado, O Posílipo e o mar Itálico me envia, A flor que tanto amava o meu ser desolado, E a treliça onde a Vinha à Roseira se alia. Sou Biron, Lusignan?… Febo ou Amor? Na fronte Ainda o beijo da Rainha rubro me incendeia; Eu sonhei na Caverna onde nada a Sereia… E duas vezes cruzei vencedor o Aqueronte: Modulando na cítara a Orfeu consagrada Os suspiros da Santa e os arquejos da Fada.
Por Gérard de Nerval“Às vezes uma coisa modesta é mais bonita que uma espalhafatosa. Depende muito dos olhos de quem admira.”
Por Carina RissiII Crônicas, 2CR, 35:19, Foi no décimo oitavo ano do reinado de Josias que foi celebrada esta Páscoa.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoO Paradoxo do Nosso Tempo Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Por Bob Moorehead