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Nasceu-te um filho. Não conhecerás, jamais, a extrema solidão da vida. Se a não chegaste a conhecer, se a vida ta não mostrou - já não conhecerás a dor terrível de a saber escondida até no puro amor. E esquecerás, se alguma vez adivinhaste a paz traiçoeira de estar só, a pressentida, leve e distante imagem que ilumina uma paisagem mais distante ainda. Já nenhum astro te será fatal. E quando a Sorte julgue que domina, ou mesmo a Morte, se a alegria finda - ri-te de ambas, que um filho é imortal.
Por Jorge de SenaExistem pessoas que entram em nossas vidas sem convidarmos...aliás as vezes nós é que vamos até elas...sem rumo...sem interesses...vai se fazendo amigo...vai se conhecendo...vai se c onfidenciando..vai se... Existem pessoas que não a conhecemos pessoalmente...Mas nos passam coisas boas ...as vezes até melhores do que as que conhecemos...você é assim...é alguém diferente pra mim... Talvez um anjo...ou até msm arcanjo... Talvez um pingo de chuva...ou um raio de sol... Talvez um luar...ou só um olhar... Não te vejo com meus olhos...Mas te sinto em minha vida...pessoa querida....te sinto com o coração...e tamanha emoção... #Dani Carvalho
Por Dani CarvalhoEu sou co-criadora, um agente ativo neste universo que faz as coisas acontecerem. Se quero que o mundo mude, tenho que mudá-lo.
Por Danah ZoharTodos levamos em nosso interior uma boa dose de energia, que não deve ser desperdiçada. Vamos aprender a usá-la sempre para o bem... Ela é que governa nossa vida, e para que a vida tenha sentido, é preciso saber usar o tal do bom senso... Propinas e corrupção colaboram ativamente para apagar essa luz, que deveria estar sempre brilhante... Osculos e amplexos, Marcial BOM SENSO PARA QUE A VIDA TENHA SENTIDO Marcial Salaverry É preciso saber o que é bom senso, para entender que ele é muito necessário para para que possa ser bem sentido o verdadeiro sentido da vida, e assim, é preciso saber que algo que precisa ser bem entendido, é que todos temos nossa energia interior e precisamos saber usá-la, pois por qualquer coisinha, ela é usada inadequadamente, já que muitas vezes permitimos que outros a desliguem quando agimos em discordância com o que mandaria nossa consciência, se ela estivesse acordada. Quando eventualmente compactuamos com suborno, (seja ativo ou passivo), quando permitimos que outros dominem nossa personalidade, comandando nossos atos e atitudes, quando, enfim, deixamos de agir por nós mesmos, limitando-nos a uma função de "vaquinha de presépio", anuindo com atos contrários ao que é direito e correto, e pior ainda, quando permitimos atitudes desonestas, desde que nos sejam convenientes, ou seja, isto ou aquilo, pode ser errado, mas se me trouxer vantagens, embora prejudique outrem, deixa rolar, quem se prejudicar, que se dane, como por exemplo é o que o que geralmente pauta a atitude da grande maioria dos politicos, para não generalizar dizendo que são todos... O interessante nesse fato, é que todos nascemos honestos, sinceros e com bom coração, e nossa energia interior deixa bem acesa o que poderemos chamar de nossa Luz Interior, que quando está acesa ilumina bem nosso caminho. Mante-la acesa ou não, dependerá de nosso livre arbítrio, e tais sentimentos nos são inatos, mas com o passar do tempo, segundo nossas necessidades de vida, os vamos relegando a plano secundário. Sempre surgem ocasiões em que somos "obrigados" a agir contra esses princípios. As desculpas, perdão, os motivos para tanto são incontáveis, seja na vida familiar, seja na profissional. Quantas vezes mentimos, seja porque precisamos manter um emprego, seja porque nosso conjugue não pode saber onde fomos, seja porque passamos um farol vermelho, seja porque... Bem todos conhecemos um sem número de desculpas, perdão, motivos para irmos apagando nossa Luz Interior. E convenhamos, é impossível ser-se absolutamente correto. As exigências da vida moderna sempre nos colocam diante de situações, em que a única solução é "sair pela tangente". Algo que é preciso observar com muito carinho e atenção é que tais atitudes incorretas devem ser repensadas quando percebemos que vamos atrapalhar a vida de alguém. E não é justo prejudicar outras pessoas, para obter algum benefício ilícito, mas acontece que tal atitude já é comum demais. Da mesma maneira que a Luz Interior não se encontra à venda em lugar nenhum, ela não pode ser vendida, nem trocada. Portanto, ao ceder às tentações de vantagens desonestas, não estamos "vendendo" nossa Luz Interior, a estamos perdendo, pois ela vai se apagando, até não restar sequer uma fagulha. Daí, restam apenas as vantagens auferidas, as propinas conseguidas, e fica em princípio a satisfação pessoal de que conseguimos enrolar todo mundo, e que somos mais espertos, mas nosso íntimo, que está na escuridão, eis que sabe a maneira com que tal posição foi conseguida e, mais cedo ou mais tarde, nesta vida ou em outra vamos olhar para dentro e ver que nossa Luz Interior, tão brilhante em seu início, inexiste. E aí... fazer o que? Para evitar chegar a esse ponto, vamos procurar manter o que ainda resta de nossa Luz Interior, repensando atitudes. Na realidade, crescer prejudicando outros, não é mérito nenhum. No fundo, não deve dar aquela satisfação íntima do dever cumprido, eis que falta o brilho da Luz Interior. É muito mais gostoso poder desfrutar do êxito conseguido tendo nossa consciência tranquila, com nossa Luz Interior brilhando ao máximo, ofuscando as vistas de quem tentou nos prejudicar, e sem duvida é muito gratificante olhar-se no espelho, e perceber dentro dos olhos o inequívoco brilho de nossa Luz Interior, e assim, saber que não desperdiçamos nossa energia interior, apenas a usando com boa intenções, para o bem. Que ao invés de prejudicar outras pessoas, as ajudamos, ou ao menos procuramos ajudá-las... Esse o verdadeiro sentido da vida, e sabendo bem entende-lo, procure sempre fazer de seu dia, UM LINDO DIA.
Por Marcial SalaverryEspero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É duro ser quem fica.
Por A Mulher do Viajante no TempoMuitas vezes a única coisa que separa um homem encantador de uma mulher encantadora é serem casados um com o outro.
Por Gaston Caillavet