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Jó, JÓ, 10:14, Se eu pecar, tu me observas; e da minha iniquidade não me perdoarás.
Por Jó, Antigo TestamentoFalar alto para quê? Poupa as forças, fala baixo. Poderás talvez assim ser ouvido ainda, quando os outros que falam alto se calarem estoirados.
Por Vergílio FerreiraJó, JÓ, 36:14, Perdem a vida na sua mocidade e morrem entre os prostitutos cultuais.
Por Jó, Antigo TestamentoCírculo vicioso Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono. Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua. Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão. Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo. Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan” das campanhas sociais. Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.
Por Ivone BoechatDevemos estar comprometidos a aprender e a praticar o desapego das visões e a ser abertos para as percepções e as experiências dos outros para que possamos nos beneficiar da sabedoria coletiva.
Por Thich Nhat HanhO meu sonho é especial, significa alguma coisa. Eu sinto isso.
Por Hora de Aventura com Fionna e CakeNão desejo mal pra quase ninguém, sinceridade Mas se mexer com minha família vai entender esse quase Tenho sangue no meu olho, barbas na minha cara Trago lembranças na bagagem, levo respeito de casa
Por DK47É pela falta de sucesso em suportar as provas a que somos sujeitos nas pequenas coisas,que se adquirem os maus hábitos e se deforma o caráter.
Por Ellen G. WhiteJó, JÓ, 10:1, ´Estou cansado de viver. Darei livre curso à minha queixa, falarei na amargura da minha alma.
Por Jó, Antigo Testamento