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O cão late quando seu dono é atacado. Eu seria um covarde se visse a verdade divina ser atacada e continuasse em silêncio, sem dizer nada.

Por João Calvino

Salmos, SL, 29:10, O Senhor governa os dilúvios; como rei, o Senhor governa para sempre.

Por Salmos, Antigo Testamento

Levítico, LV, 11:33, E todo vaso de barro, dentro do qual cair alguma coisa deles, tudo o que houver nele ficará impuro; o vaso deverá ser quebrado.

Por Levítico, Antigo Testamento

⁠A meu ver, o aspecto mais interessante, desafiador e essencial de um investimento é o risco.

Por Howard Marks

O amor é a amizade que pegou fogo. É entendimento da calma, a confiança mútua, partilha e perdão. É lealdade nos momentos bons e ruins. Se contenta com menos que a perfeição, e torna subsídios para as fraquezas humanas.

Por Ann Landers

O propósito da educação não é validar a ignorância, mas superá-la.

Por Lawrence Krauss

Às vezes, a única solução que nos resta é dar risada. Já que não conseguimos enxergar uma luz no fim do túnel, vamos rir da situação.

Por Diogo Almeida

Me faça sentir que, pela primeira vez em muito tempo, eu não estou aqui sozinha, me dê a alegria e o prazer que nosso encontro prometeu.

Por J. Marquesi

Precisa de ajuda? Veio ao lugar certo. Recomendo uma lobotomia!

Por Arlequina

⁠ Quem és tu, pobre vivente, Que vagas triste e sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho? A noite é negra; raivosos Os ventos correm do sul; Não temes que eles te apaguem A tua lanterna azul? Quando tu passas, o lago De estranhos fogos esplende, Dobra-se a clícia amorosa, E a fronte mimosa pende. As folhas brilham, lustrosas, Como espelhos de esmeralda; Fulge o iris nas torrentes Da serrania na fralda. O grilo salta das sarças; Piam aves nos palmares; Começa o baile dos silfos No seio dos nenufares. A tribo das mariposas, Das mariposas azuis, Segue teus giros no espaço, Mimosa gota de luz! São elas flores sem haste; Tu és estrela sem céu; Procuram elas as chamas; Tu amas da sombra o véu! Quem és tu, pobre vivente, Que vagueias tão sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho?

Por Fagundes Varela