Veja outros textos inspiradores!
II Samuel, 2SM, 1:16, enquanto Davi dizia: - O seu sangue caia sobre a sua cabeça, porque a sua própria boca testificou contra você, dizendo: ´Matei o ungido do Senhor.`
Por II Samuel, Antigo TestamentoHá quanto tempo isso vem acontecendo? Você está aprontando comigo Enquanto me chama de amor Há quanto tempo isso vem acontecendo? Você está agindo tão suspeito Eu senti isso ultimamente
Por Charlie PuthMarcos, MC, 1:40, Um leproso se aproximou de Jesus e lhe pediu, de joelhos: - Se o senhor quiser, pode me purificar.
Por Marcos, Novo TestamentoRecuperar-se de um sofrimento não é como se recuperar de uma doença. Muitas pessoas não saem curadas, elas saem diferentes.
Por David BrooksII Crônicas, 2CR, 36:13, Também se rebelou contra o rei Nabucodonosor, que o tinha obrigado a jurar fidelidade em nome de Deus. Foi teimoso e tanto endureceu o seu coração, que não voltou ao Senhor, Deus de Israel.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 16:7, Porém o Senhor disse a Samuel: - Não olhe para a sua aparência nem para a sua altura, porque eu o rejeitei. Porque o Senhor não vê como o ser humano vê. O ser humano vê o exterior, porém o Senhor vê o coração.
Por I Samuel, Antigo TestamentoVocê vai descobrir bem rápido, na verdade que quase nada em que você acreditava é o que parece.
Por Black Doves (série)Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Espécie de acessório ou sobressalente próprio, Arredores irregulares da minha emoção sincera, Sou eu aqui em mim, sou eu. Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou. Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma. Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconseqüente, Como de um sonho formado sobre realidades mistas, De me ter deixado, a mim, num banco de carro elétrico, Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua, Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda, De haver melhor em mim do que eu. Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa, Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores, De haver falhado tudo como tropeçar no capacho, De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas, De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida. Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica, Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar, De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo — A impressão de pão com manteiga e brinquedos De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina, De uma boa-vontade para com a vida encostada de testa à janela, Num ver chover com som lá fora E não as lágrimas mortas de custar a engolir. Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado, O emissário sem carta nem credenciais, O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro, A quem tinem as campainhas da cabeça Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima. Sou eu mesmo, a charada sincopada Que ninguém da roda decifra nos serões de província. Sou eu mesmo, que remédio! ...
Por Álvaro de Campos