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Se você fechar os olhos, lembrará de tudo sobre mim, se lembrar de tudo terá saudade... se sentir saudade é porque sempre foi AMOR... e eu, estarei sempre aqui te esperando.
Por Flávia AbibAs pessoas são responsáveis e inocentes em relação ao que acontece com elas, sendo autoras de boa parte de suas escolhas e omissões.
Por Lya LuftNúmeros, NM, 31:41, Então Moisés deu ao sacerdote Eleazar o tributo da oferta do Senhor, como este havia ordenado a Moisés.
Por Números, Antigo TestamentoComo é o seu rosto Qual é o gosto que eu nunca senti Qual é o seu telefone Qual é o nome que eu nunca chamei Se eu esbarrei na rua com você E não te vi, meu amor, Como poderia saber Tanta gente que eu conheci Não me encontrei, só me perdi Amo o que eu não sei de você
Por Biquini CavadãoO professor, tem que ser mais que instrutor: – o arquiteto apaixonado do futuro, o plasmador consciente das individualidades, um idealista impenitente. Trabalhar com a alma e o coração, postos no futuro, e ser, desse alvorecer deslumbrador – que se divisa, além, muito além, ainda, o sol, e a própria vida.
Por Antonieta de BarrosII Reis, 2RS, 17:6, No nono ano do reinado de Oseias, o rei da Assíria conquistou Samaria e levou os israelitas para a Assíria. Ele os fez habitar em Hala, junto a Habor, rio de Gozã, e nas cidades dos medos.
Por II Reis, Antigo TestamentoDe repente entendi que estar vivo é isto. Nossas próprias placas invisíveis se movendo em nosso corpo, e se alinhando à pessoa que vamos nos tornar.
Por Cartas de amor aos mortosLucas, LC, 20:15, <J>E, lançando-o fora da vinha, o mataram.</J> <J> - Que lhes fará, pois, o dono da vinha?</J>
Por Lucas, Novo Testamento– Por que pregar susto na gente, Berrito desgraçado? Tu bem sabe que tenho o coração fraco, o médico recomendou que eu não me aborrecesse. Cada idéia tu tem, como posso viver sem tu, homem com parte com o tinhoso? Tou acostumada com tu, com as coisas malucas que tu diz, tua velhice sabida, teu jeito tão sem jeito, teu gosto de bondade. Por que tu me fez isso hoje? – e tomava da cabeça ferida na peleja, beijava-lhe os olhos de malícia.
Por Jorge Amado