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Mas não se preocupe, meu amigo, com os horrores que eu lhe digo. Isso é somente uma canção, a vida, a vida realmente é diferente, quero dizer, a vida é muito pior...
Por BelchiorNovamente aqui estou, em frente de uma tela fria, machucando-me com músicas românticas. E me pergunto porque faço isso? Como gostaria de saber o motivo real disso. Onde isso me leva. O que faço de minha vida fazendo isso. Tristeza? Lembranças boas? Lembranças más? Lembranças que me ferem o coração de uma forma inexplicável? Por que faço isso? Amor, paixão, dor, solidão, ou simplesmente porque gosto de sofrer. Não sei... Devo continuar procurando o que é este sentimento? Ou devo esquecer tudo isto... Não sei o que fazer e o que pensar... Mas assim mesmo vou em busca assim mesmo... Sofrendo, amando, apaixonado, louco de amor... Ou louco por perder aquela que mais amo neste mundo... Vou descobrir e depois te falo tá?
Por Eduardo BacciottiEu vivo para isso – para esse suspiro de orgulho quando tudo termina e enfim podemos erguer a cabeça. Nada mais importa.
Por Cai ChongdaZacarias, ZC, 9:2, Também repousa sobre Hamate, que faz fronteira com Damasco, e sobre Tiro e Sidom, cuja sabedoria é grande.
Por Zacarias, Antigo TestamentoUma lágrima ingênua escorre pelo seu rosto. Para um momento no queixo, indecisa. Então, empurrada pela dor, dá um pulo no vazio.
Por Federico MocciaEnquanto pessoas tentam me impor melhores maneiras de se viver, segundo elas. Cá estou eu sendo feliz, ao meu modo e maneira!
Por Elizabeth FortesAo Amor Antigo O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza. Por aquelas mergulha no infinito, e por estas suplanta a natureza. Se em toda parte o tempo desmorona aquilo que foi grande e deslumbrante, a antigo amor, porém, nunca fenece e a cada dia surge mais amante. Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não. Ele venceu a dor, e resplandece no seu canto obscuro, tanto mais velho quanto mais amor.
Por Carlos Drummond de Andrade