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Há que trabalhar, ainda que não seja por gosto, ao menos por desespero, uma vez que, bem vistas as coisas, trabalhar é menos aborrecido do que divertirmo-nos.
Por Charles BaudelaireNos acontecimentos, sim, é que há destino: Nos homens, não - espuma de um segundo... Se Colombo morresse em pequenino, O Neves descobriria o Novo Mundo.
Por Mario QuintanaJuízes, JZ, 21:22, Quando os pais ou os irmãos delas vierem se queixar a nós, diremos: ´Tenham pena deles por amor de nós, pois, na guerra contra Jabes-Gileade, não conseguimos mulheres para todos eles. E vocês não as deram a eles, pois neste caso seriam culpados de quebrar o juramento.`
Por Juízes, Antigo TestamentoÉ próprio das democracias preferir na arte os valores imperfeitos aos genuínos, que são aristocráticos e anti-utilitários..
Por Benedetto CroceFaça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder.
Por John WesleyEu sei, mas não devia Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma. (Do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.)
Por Marina ColasantiA dor da derrota é o trampolim para a glória da vitória. Se você cair mil vezes, levante-se mil e uma. O fracasso é apenas um sinal de que você ainda não encontrou o caminho certo. Acredite no poder da sua força interior, ela é capaz de superar qualquer obstáculo. A cada passo que você dá em direção aos seus sonhos, o universo conspira a seu favor. Não tenha medo de ser diferente, seja a melhor versão de si mesmo. A vida é uma jornada, não um destino. Aproveite cada momento com intensidade. Seja grato pelas pequenas coisas, elas são as que mais importam no final. Cultive o amor próprio, ele é a base para a felicidade. A sua voz é poderosa, use-a para inspirar o mundo. Lembre-se: Você é único e especial. Tenha fé em si mesmo e nunca desista dos seus sonhos. A vida é cheia de desafios, mas também de oportunidades. Abrace as oportunidades, aprenda com os desafios e siga em frente com força e determinação. Você é capaz de conquistar tudo o que deseja!
Por André Luiz OLReputação é o que as pessoas pensam ao meu respeito. Caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando.
Por D. L. MoodyPara a maioria, quão pequena é a porção de prazer que basta para fazer a vida agradável!
Por Friedrich Nietzsche