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Cântico dos Cânticos, CT, 8:6, Ponha-me como selo sobre o seu coração, como selo sobre o seu braço, porque o amor é tão forte como a morte, e o ciúme é tão duro como a sepultura. As suas chamas são chamas de fogo, são labaredas enormes.

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

O progresso dá-nos tanta coisa que não nos sobra nada nem para pedir, nem para desejar, nem para jogar fora.

Por Carlos Drummond de Andrade

Eclesiastes, EC, 2:20, Então tratei de fazer com que o meu coração perdesse a esperança de todo trabalho com que me afadiguei debaixo do sol.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

E era sempre assim. Na hora de ir ajudar no trabalho da roça, ela era bem grande. Na hora de ir tomar banho no rio e nadar no lugar mais fundo, ela ainda era muito pequena. Na hora que os grandes ficavam de noite conversando no terreiro até tarde, ela era pequena e tinha que ir dormir. Na hora em que espetava o pé com um espinho e queria ficar chorando no colo de alguém, só com dengo e carinho, sempre dizia que já estava muito grande para ficar fazendo manha. Se ela tivesse um espelho mágico, que nem rainha madrasta da Branca de Neve, bem que podia perguntar: - Espelho meu, espelho meu, que tamanho tenho eu?

Por Ana Maria Machado

Joel, JL, 1:10, Os campos foram arrasados, e a terra está de luto, porque o cereal foi destruído, o vinho novo acabou, o azeite está no fim.`

Por Joel, Antigo Testamento

⁠Eu e você Um amor a ser estudado O primeiro casal que já pisou na Lua Sem sair do quarto

Por Daniel Caon

Persona o querido animal cujos ossos são uma recordação um sinal no ar jamais teve sombra nem lugar da cabeça de um alfinete pensava ele era o brilho ínfimo o grão de terra sobre o grão de terra o autoeclipse o querido animal jamais para de passar me contorna

Por Blanca Varela

⁠A vitória certa para sua vida vem de Deus.

Por Jose123sev

Gênesis, GN, 34:1, Ora, Diná, a filha que Lia teve com Jacó, saiu para ver as filhas da terra.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Somos o que fazemos para mudar o que fomos Mas se nada somos, virão apenas velhos outonos

Por Guilherme de Sá