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Tenho várias caras. Uma delas é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.

Por Clarice Lispector

I Samuel, 1SM, 21:2, Davi respondeu ao sacerdote Aimeleque: - O rei me deu uma ordem e me disse que ninguém deveria saber por que ele me enviou e qual é a tarefa de que me incumbiu. Quanto aos meus soldados, combinei que me encontrassem em tal e tal lugar.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Salmos, SL, 119:156, Muitas, Senhor, são as tuas misericórdias; vivifica-me, segundo os teus juízos.

Por Salmos, Antigo Testamento

Tenha um dia abençoado, iluminado e cheio de realizações! P.S.: Esta mensagem foi escrita especialmente para você, com carinho e admiração. Que ela te inspire a ter um dia extraordinário!⁠

Por André Luiz OL

Ezequiel, EZ, 42:2, Esse edifício do lado norte tinha cinquenta metros de comprimento, e a largura era de vinte e cinco metros.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Você tem que ser real com você mesmo. Ninguém está fazendo isso. As pessoas estão muito ocupadas tentando fazer tudo parecer legal e calmo e bonito.

Por Childish Gambino

Nada pode ser mais irritante do que alguém forte se tornar fraco

Por Hannibal Lecter

Jó, JÓ, 21:13, Passam os seus dias em prosperidade e em paz descem à sepultura.`

Por Jó, Antigo Testamento

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens

Números, NM, 33:38, Então Arão, o sacerdote, subiu o monte Hor, segundo o mandado do Senhor; e morreu ali, no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano depois da saída dos filhos de Israel da terra do Egito.

Por Números, Antigo Testamento