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Em teu crespo jardim, anêmonas castanhas Em teu crespo jardim, anêmonas castanhas detêm a mão ansiosa: Devagar. Cada pétala ou sépala seja lentamente acariciada, céu; e a vista pouse, beijo abstrato, antes do beijo ritual, na flora pubescente, amor; e tudo é sagrado.
Por Carlos Drummond de AndradeA dor atinge o coração numa velocidade elétrica, mas a verdade se desloca para o coração tão lentamente quanto uma geleira.
Por Barbara KingsolverSalmos, SL, 94:6, Matam as viúvas e os estrangeiros e assassinam os órfãos.
Por Salmos, Antigo TestamentoEsdras, ED, 8:9, Dos filhos de Joabe, Obadias, filho de Jeiel, e, com ele, duzentos e dezoito homens.
Por Esdras, Antigo TestamentoPodemos até ter lido ontem alguma última página, mas hoje, hoje já é outra história...
Por Oscar de Jesus KlemzNúmeros, NM, 18:1, O Senhor disse a Arão: - Você, os seus filhos e a casa de seu pai levarão sobre si a iniquidade com relação ao santuário; você e os seus filhos levarão sobre si a iniquidade com relação ao sacerdócio.
Por Números, Antigo TestamentoTenho observado: muitas das pessoas que pedem ajuda não suportam a ideia se autoajudarem. Não têm misericórdia de si mesmas. Não têm boa vontade com o seu processo de autocura. É como se estivessem no fundo de um poço aguardando por alguém que lhes jogue uma corda, mas, quando isso acontece, só o fato de terem que laçar a corda em volta de si e darem o sinal para serem puxadas é um esforço doloroso demais para elas. Parece-me que, quando se está no fundo do poço, a pessoa precisa ser salva de si mesma. Jogar a corda não adiantará. É preciso descer onde ela está e só depois de ouvi-la e compreender suas lágrimas, você poderá se agarrar a ela e levá-la para fora - para longe de onde ela estava - para que ela enfim comece a olhar para si mesma fora do poço e comece a acreditar que há uma existência com um sentido real fora do poço.
Por Clara DawnQuando com efeito ao mesmo porto chegam amante e amado, cada um com a sua norma, um servindo ao amado que lhe aquiesce, em tudo que for justo servir, e o outro ajudando ao que o está tornando sábio e bom, em tudo que for justo ajudar, o primeiro em condições de contribuir para a sabedoria e demais virtudes, o segundo em precisão de adquirir para a sua educação e demais competência, só então, quando ao mesmo objetivo convergem essas duas normas, só então é que coincide ser belo o aquiescer o amado ao amante e em mais nenhuma outra ocasião. (Em "O Banquete")
Por Platão