Veja outros textos inspiradores!

O único meio de livrar uma pessoa do crime é livrá-la da liberdade.

Por Ievguêni Zamiátin

No solar ruído há ainda verdes cortinas e um senhor, o sapo.

Por Alexei Bueno

O Senhor nos deu a música para unir as pessoas.

Por Elvis (2022)

Penso melhor quando não estou pensando: é aí que a inspiração surge.

Por John Hegarty

Você tem Um emprego pra mim? Olha aí Qualquer coisa que Que me mantenha perto de você Posso fazer Cafuné no cabelo Vigio o seu sono, sei lá Até provo o seu beijo Pra ver se a barba vai me arranhar Eu posso ser fiscal do seu olhar Nem precisa pagar

Por Lauana Prado

O principal “veneno” da educação dos filhos é a culpa. Culpa de trabalhar fora, quando pensa que devia estar com os filhos. Culpa de estar com os filhos, quando acha que devia estar trabalhando.

Por Içami Tiba

Êxodo, EX, 28:18, a segunda ordem será de esmeralda, safira e diamante;

Por Êxodo, Antigo Testamento

Nossas sociedades nunca são completamente pacíficas, nunca são completamente competitivas, nunca são governadas por puro egoísmo e nunca são perfeitamente morais.

Por Frans de Waal

⁠⁠Diário Público de Aline Caira 21:01hs A autocrítica interna, quando persistente, pode ofuscar a validação externa. Da mesma forma, a autosabotagem antecipada mina o potencial de sucesso, independentemente dos desafios externos. As batalhas mais árduas frequentemente se travam no silêncio da mente, em um palco íntimo e cotidiano. Os maiores obstáculos residem em nossas próprias percepções: o receio do fracasso, a hesitação paralisante e a resistência em abandonar o conforto do conhecido. Almejamos a liberdade, mas permanecemos aprisionados por nossas crenças limitantes. Desejamos conquistar o mundo, mas frequentemente sucumbimos à autoderrota. A resiliência que buscamos não se encontra no exterior, mas sim na honestidade da autoanálise. Consiste em identificar os momentos em que nos retraímos, onde ainda buscamos aprovação para ocupar nosso espaço. Ninguém nos restringe mais do que as fronteiras autoimpostas que internalizamos como verdades absolutas. A vitória interior não se traduz em invulnerabilidade, mas em autoconsciência. Implica reconhecer a inevitabilidade do caos, sem sucumbir à desintegração. Permite a queda, sem o abandono de si mesmo. A integridade interior confere uma resiliência inabalável. O sustento não provém mais da aprovação externa, da sorte ou da validação alheia, mas da força inerente ao autoconhecimento e à autoaceitação. Com a certeza de que a Divina Providência, em sua infinita misericórdia e bondade, nos ampara e protege, reconhecemos em Deus nosso alicerce fundamental. Sem Sua presença, nossa existência se torna frágil e carente. Que Ele permaneça sempre no comando, guiando nossos passos e iluminando nossos caminhos.

Por Aline Caira

A influência puritana me deixa um tanto fora de sintonia com a minha época, embora, segundo penso, para minha vantagem.

Por J. I. Packer