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Mateus, MT, 26:40, E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo. E disse a Pedro: <J> - Então nem uma hora vocês puderam vigiar comigo?</J>
Por Mateus, Novo TestamentoNeemias, NE, 12:42, e também Maaseias, Semaías, Eleazar, Uzi, Joanã, Malquias, Elão e Ezer. E os cantores se faziam ouvir sob a direção de Jezraías.
Por Neemias, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 38:5, Fundiu quatro argolas para os quatro cantos da grelha de bronze, para que nelas fossem passados os cabos.
Por Êxodo, Antigo TestamentoLápide [...] o silêncio eterno abraçou-me, e o que parecia o fim, é só o começo de uma grande jornada. Aqui tudo é uma eterna evolução, involução... indefinidamente. o tempo e o espaço deixaram de existir. A morte e o inferno nunca exististiram, é só uma ideia subjetiva da mente humana. Não há nada a temer.
Por Guilherme-GuilhermeI Samuel, 1SM, 30:27, Ele enviou esse presente aos anciãos de Betel, de Ramote do Neguebe, de Jatir,
Por I Samuel, Antigo TestamentoSe nunca fizéssemos coisas que não deveríamos fazer, nunca nos sentiríamos bem fazendo o que devemos. (Francis Underwood)
Por House of CardsLembra quando você era criança e perdia um dente e ficava passando a língua naquele lugar? Com a minha aliança de casamento é a mesma coisa. Algo está faltando.
Por Chicago Med - Atendimento de EmergênciaSinto-me como ponte elevadiça. Subo, desço, entro e saio, jamais fico, jamais ao lado, somente embaixo, somente em cima.
Por Fernanda YoungSe algum dia, mesmo que demore muito tempo, você quiser recomeçar, me avisa. Eu vou te esperar.
Por Através da Minha Janela (filme)Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Espécie de acessório ou sobressalente próprio, Arredores irregulares da minha emoção sincera, Sou eu aqui em mim, sou eu. Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou. Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma. Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconseqüente, Como de um sonho formado sobre realidades mistas, De me ter deixado, a mim, num banco de carro elétrico, Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua, Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda, De haver melhor em mim do que eu. Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa, Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores, De haver falhado tudo como tropeçar no capacho, De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas, De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida. Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica, Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar, De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo — A impressão de pão com manteiga e brinquedos De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina, De uma boa-vontade para com a vida encostada de testa à janela, Num ver chover com som lá fora E não as lágrimas mortas de custar a engolir. Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado, O emissário sem carta nem credenciais, O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro, A quem tinem as campainhas da cabeça Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima. Sou eu mesmo, a charada sincopada Que ninguém da roda decifra nos serões de província. Sou eu mesmo, que remédio! ...
Por Álvaro de Campos