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Salmos, SL, 115:2, Por que diriam as nações: ´Onde está o Deus deles?`

Por Salmos, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 27:6, Assim, Jotão se tornou cada vez mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

O crescimento real ocorre através de situações intensas, difíceis e desafiadoras.

Por Kamal Ravikant

Amor de verdade é aquele que aprecia e colabora com o seu crescimento pessoal, intelectual e profissional. Qualquer outra coisa diferente disso é doença e você precisa se curar.

Por Edgard Abbehusen

Você simplesmente tem que colocar um pé na frente do outro e continuar.

Por George Lucas

Somos aquilo que sentimos e percebemos. Se estamos zangados, somos a raiva. Se estamos apaixonados, somos o amor. Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha. Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão. Enquanto sonhamos, somos o sonho. Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica. We are what we feel and perceive. If we are angry, we are the rage. If we're in love, we are the love. If we contemplate a snowy peak, we are the mountain. While watching a television program of low quality, we are the TV show. While we dream, we are dream. We can be anything we want, even without a magic wand.

Por Thich Nhat Hanh

Hino à Morte⁠ Tenho às vezes sentido o chocar dos teus ossos E o vento da tua asa os meus lábios roçar; Mas da tua presença o rasto de destroços Nunca de susto fez meu coração parar. Nunca, espanto ou receio, ao meu ânimo trouxe Esse aspecto de horror com que tudo apavoras, Nas tuas mãos erguendo a inexorável Fouce E a ampulheta em que vais pulverizando as horas. Sei que andas, como sombra, a seguir os meus [passos, Tão próxima de mim que te respiro o alento, — Prestes como uma noiva a estreitar-me em teus [braços, E a arrastar-me contigo ao teu leito sangrento… Que importa? Do teu seio a noite que amedronta, Para mim não é mais que o refluxo da Vida, Noite da noite, donde esplêndida desponta A aurora espiritual da Terra Prometida. A Alma volta à Luz; sai desse hiato de sombra, Como o insecto da larva. A Morte que me aterra, Essa que tanta vez o meu ânimo assombra, Não és tu, com a paz do teu oásis te terra! Quantas vezes, na angústia, o sofrimento invoca O teu suave dormir sob a leiva de flores!… A Morte, que sem dó me tortura e sufoca, É outra, — essa que em nós cava sulcos de dores. Morte que, sem piedade, uma a uma arrebata, Como um tufão que passa, as nossas afeições, E, deixando-nos sós, lentamente nos mata, Abrindo-lhes a cova em nossos corações. Parêntesis de sombra entre o poente e a alvorada, Morrer é ter vivido, é renascer… O horror Da Morte, o horror que gera a consciência do Nada, Quem vive é que lhe sente o aflitivo travor. Sangue do nosso sangue, almas que estremecemos, Seres que um grande afecto à nossa vida enlaça, — Somos nós que a sua morte implacável sofremos, É em nós, é em nós que a sua morte se passa! Só então, da tua asa a sombra formidável, Anjo negro da Morte! aos meus olhos parece Uma noite sem fim, uma noite insondável, Noite de soledade em que nunca amanhece… Só então, sucumbindo à dor que me fulmina, A mim mesmo pergunto, entre espanto e receio, Se a tua asa não é dum Anjo de rapina, Se eu poderei em paz repoisar no teu seio! Inflexível e cego, o poder do teu ceptro Só então me desvaira em cruel agonia, Ao ver com que presteza ele faz um espectro De alguém, que há pouco ainda, ao pé de nós sorria. Mas se nessa tortura, exausto o pensamento, Para ti, face a face, ergo os olhos contrito, Passa diante de mim, como um deslumbramento Constelando o teu manto, a visão do Infinito. E de novo, ao sair dessa angústia demente, Sinto bem que tu és, para toda a amargura, A Eutanásia serena em cujo olhar clemente Arde a chama em que toda a escória se depura. É pela tua mão, feito um rasgão na treva, Que a Alma se liberta, e de esplendor vestida — Borboleta celeste, ébria de Deus, — se eleva Para a luz imortal, Luz do Amor, Luz da Vida

Por Antônio Feijó

Canção da Torre Mais Alta Mocidade presa A tudo oprimida Por delicadeza Eu perdi a vida. Ah! Que o tempo venha Em que a alma se empenha. Eu me disse: cessa, Que ninguém te veja: E sem a promessa De algum bem que seja. A ti só aspiro Augusto retiro. Tamanha paciência Não me hei de esquecer. Temor e dolência, Aos céus fiz erguer. E esta sede estranha A ofuscar-me a entranha. Qual o Prado imenso Condenado a olvido, Que cresce florido De joio e de incenso Ao feroz zunzum das Moscas imundas.

Por Arthur Rimbaud

Então vem, sem demora, vem Com Teu poder, entre dentro de mim Como fogo em meus ossos, vento em meu peito Entre dentro de mim De dentro pra fora, de dentro pra fora Transforme o meu ser

Por Julia Vitória

Nunca troque uma pessoa que te ama por alguém que só quer passar um momento com você. A pessoa que te ama, ela te escolheu. Ela ama os seus defeitos. Ela aprendeu a lidar com os seus defeitos e as suas qualidades.

Por Fábio Guillen