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Você vai embora, deixando para trás várias histórias, vários sorrisos largos e brancos que me cegam, que fazem aparecer essas covinhas, que eu sinto a vontade de mergulhar e me refrescar no seu suor, que fazem qualquer um perder o juízo, até mesmo o mais duro dos corações. Impossível não notar, impossível não olhar, impossível de falar. Beleza inimaginável. Obra esculpida não pelas mãos dos anjos e sim das mãos de Deus. Perfeição. Sem hesitar, sem errar. Ele quer que você caminhe pelo plano terrestre para depois encontrar a paz. Vários seria os séculos, as décadas e os anos que ele poderia ter - te esculpido. Mas não. Ele queria que eu te encontrasse, ter - te conhecido, ter - te admirado. Em silêncio. Mas te admirado. Com a mesma admiração de quando uma mãe dá luz a um filho. Uma admiração verdadeira. O que sobrou foi só a saudade. Saudade essa que crava com as unhas cada dia o meu coração. Que vai ferindo e sangrando, gota a gota, até chegar a hemorragia vermelha, fria e sombria. Não pelo vermelho do sangue, e sim o vermelho do amor. O trem vai partir, levando com ele nos trilhos os pés mais delicados, no farol o olhar mais brilhante, penetrante e intenso. Na chaminé os cabelos, que ao vento ganham os ares do horizonte. No apito a voz, doce e serena, que cruza os ouvidos e vira melodia no corpo. O seu andar leva passageiros, não como matéria ou apenas carne, e sim como pessoas, que encontram a segurança de poder embarcar nesse trem. Trem esse que tem tudo para ganhar o mundo, mas que nunca esqueça de onde partiu, de quem o idealizou e o concretizou. Até dos que quando acabou o combustível, desceram no escuro e deram um empurrão. Vá em frente, faça falta e preencha o vazio, arrepie meu corpo, me entristeça com a sua distância mas me alegre com suas conquistas. Não lembra - te de mim, lembre - se apenas que eu me lembro de você.
Por alexandre moraisToda a maldade, mesquinhez e malícia eram silenciosamente deixadas fermentar debaixo de uma superfície que devia parecer sempre imaculadamente limpa e pura.
Por Camilla LäckbergApocalipse, AP, 22:9, Mas ele me disse: - Não faça isso! Sou um servo de Deus, assim como são você e os seus irmãos, os profetas, e como são os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!
Por Apocalipse, Novo TestamentoDeixem-me dizer-vos isto: se encontramos um solitário, independentemente daquilo que diga, não se trata de gostar da solidão. É porque já tentou integrar-se no mundo antes, e as pessoas continuam a desiludi-lo. (Campbell Alexander em A Guardiã da Minha Irmã)
Por Jodi PicoultNasce-se todo inteiro, mas morre-se apenas a parcela do todo que nos foi morrendo ao longo da vida e nos tinha em pé. Por isso a morte mais natural de um velho é cair para o lado.
Por Vergílio FerreiraQuem ainda deseja esta nota? Cassan Said Amer conta a história de um palestrante que começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares e perguntando: - Quem deseja essa nota de 20 dólares? Várias mãos se levantaram, mas o palestrante pediu: - Antes de entregá-la, preciso fazer algo. Amassou-a com toda fúria, e insistiu: - Quem ainda quer esta nota? As mãos continuaram levantadas. - E se eu fizer isso? Atirou-a contra a parede, deixou-a cair no chão, ofendeu-a, pisoteou-a e mais uma vez mostrou a nota – agora imunda e amassada. Repetiu a pergunta, e as mãos continuaram levantadas. - Vocês não podem jamais esquecer esta cena – comentou o palestrante. – Não importa o que eu faça com este dinheiro, ele continua sendo uma nota de 20 dólares. Muitas vezes em nossas vidas somos amassados, pisados, maltratados, ofendidos; entretanto, apesar disso, ainda valemos a mesa coisa
Por Paulo CoelhoTem coisas estranhas acontecendo. Tem alguma coisa no ar. Não está como deveria estar.
Por Katla (série)II Crônicas, 2CR, 4:4, O mar de fundição se apoiava sobre doze touros de bronze. Três olhavam para o norte, três, para o oeste, três, para o sul, e três, para o leste. O mar de fundição se apoiava sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro.
Por II Crônicas, Antigo Testamento