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Eu, que sou feio, sólido, leal, A ti, que és bela, frágil, assustada, Quero estimar-te, sempre, recatada Numa existência honesta, de cristal. Sentado à mesa dum café devasso. Ao avistar-te, há pouco, fraca e loura. Nesta Babel tão velha e corruptora, Tive tenções de oferecer-te o braço. E, quando socorreste um miserável, Eu que bebia cálices de absinto, Mandei ir a garrafa, porque sinto Que me tornas prestante, bom, saudável. «Ela aí vem!» disse eu para os demais; E pus-me a olhar, vexado e suspirando, O teu corpo que pulsa, alegre e brando, Na frescura dos linhos matinais. Via-te pela porta envidraçada; E invejava, - talvez não o suspeites!- Esse vestido simples, sem enfeites, Nessa cintura tenra, imaculada. Ia passando, a quatro, o patriarca. Triste eu saí. Doía-me a cabeça. Uma turba ruidosa, negra, espessa, Voltava das exéquias dum monarca. Adorável! Tu muito natural, Seguias a pensar no teu bordado; Avultava, num largo arborizado, Uma estátua de rei num pedestal.
Por Cesário VerdeLucas, LC, 24:9, E, voltando do túmulo, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os outros que estavam com eles.
Por Lucas, Novo TestamentoI Samuel, 1SM, 14:38, Então Saul disse: - Venham cá, todos os chefes do povo, e informem-se e descubram qual é o pecado que foi cometido hoje.
Por I Samuel, Antigo TestamentoMarcos, MC, 7:11, <J>Vocês, porém, dizem que, se alguém disser ao seu pai ou à sua mãe: ´A ajuda que você poderia receber de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor`,</J>
Por Marcos, Novo TestamentoAs equações de Einstein preveem tamanho e forma do círculo, então fotografá-lo não seria apenas muito legal: também ajudaria a verificar se as equações se sustentam nas situações extremas ao redor do buraco negro.
Por Katie BoumanGênesis, GN, 43:33, E sentaram-se diante dele por ordem de idade, desde o mais velho ao mais novo. Eles olhavam uns para os outros cheios de espanto.
Por Gênesis, Antigo TestamentoOs compromissos definem o caminho por onde a nossa vida atravessa o presente e quer seguir em direção ao futuro.
Por João Alberto CatalãoMas não quero me meter com gente louca", Alice observou. "Oh! É inevitável", disse o Gato; "somos todos loucos aqui. Eu sou louco. Você é louca." "Como sabe que sou louca? perguntou Alice. "Só pode ser", respondeu o Gato, "ou não teria vindo parar aqui." Alice não achava que isso provasse coisa alguma; apesar disso, continuou: "E como sabe que você é louco?" "Para começar", disse o Gato, "um cachorro não é louco. Admite isso?" "Suponho que sim", disse Alice. "Pois bem", continuou o Gato, "você sabe, um cachorro rosna quando está zangado e abana a cauda quando está contente. Ora, eu rosno quando estou contente e abano a cauda quando estou zangado. Portanto sou louco."
Por Alice no país das maravilhas Lewis Carroll