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Tomara que, apesar dos pesares, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
Por Ana JácomoI Crônicas, 1CR, 21:16, Davi ergueu os olhos e viu o Anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, com a espada desembainhada na mão estendida contra Jerusalém. Então Davi e os anciãos, vestidos de pano de saco, se prostraram com o rosto em terra.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNinguém peca de todas os jeitos mas todos pecam de algum jeito. Não julgue o próximo só porque ele comete um pecado diferente do seu.
Por Leonardo BrelazJoão, JO, 21:20, Então Pedro, voltando-se, viu que o discípulo a quem Jesus amava vinha seguindo; era o mesmo que na ceia havia se reclinado sobre o peito de Jesus para perguntar: ´Senhor, quem é o traidor?`
Por João, Novo TestamentoGênesis, GN, 1:31, Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
Por Gênesis, Antigo TestamentoMarcos, MC, 7:6, Jesus respondeu: <J> - Bem profetizou Isaías a respeito de vocês, hipócritas, como está escrito:</J> <J>´Este povo me honra</J> <J>com os lábios,</J> <J>mas o seu coração</J> <J>está longe de mim.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoGênesis, GN, 29:19, Labão respondeu: - É melhor dá-la a você do que a outro homem. Fique aqui comigo.
Por Gênesis, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 4:13, Este tinha dito a Geazi que dissesse a ela: - A senhora nos tem tratado com muito cuidado. O que podemos fazer pela senhora? Podemos falar em seu favor junto ao rei ou ao comandante do exército? Ela havia respondido: - Eu estou bem, vivendo no meio do meu povo.
Por II Reis, Antigo TestamentoGênesis, GN, 17:8, Darei a você e à sua descendência a terra onde agora você é estrangeiro, toda a terra de Canaã, como propriedade perpétua, e serei o Deus deles.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEra uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado). O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela? O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava. O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978. Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo. Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor. Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.
Por Antonio Prata