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Isaías, IS, 5:18, Ai dos que puxam para si a iniquidade com cordões de injustiça, que puxam o pecado como se faz com as cordas de uma carroça!

Por Isaías, Antigo Testamento

O que poderia ser pior do que chegar ao fim da sua vida e perceber que você não a viveu?

Por Edward Albee

Lucas, LC, 15:19, <J>já não sou digno de ser chamado de seu filho; trate-me como um dos seus trabalhadores.``</J>

Por Lucas, Novo Testamento

I Crônicas, 1CR, 9:33, Quanto aos cantores, chefes das famílias entre os levitas, ficavam alojados nas câmaras do templo e estavam isentos de outros serviços; porque, dia e noite, estavam ocupados no seu serviço.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo acessando, vez ou outra, lugares da memória que eu adoraria inacessíveis, tristezas que não cicatrizaram, padrões que eu ainda não soube transformar, embora continue me empenhando para conseguir.

Por Ana Jácomo

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens

Não te digas decepcionado com o teu próximo. Não lhe apontes os erros. Faze tu, de forma que não decepciones; nem te permitas erros. Não afirmes: - Agora é tarde! Não imponhas: - "Ficarei no meu posto, porquanto fui o ofendido!" Vai ao irmão que delinqüiu contra ti e pede-lhe desculpas. Quem dá o primeiro passo, chega antes ao termo do bem. Sob disfarce algum, não agasalhes o orgulho, nunca, pois que ele é o inimigo mais hábil prevenido contra o teu progresso espiritual.

Por Joanna de Ângelis

As mulheres bonitas não sabem envelhecer, os artistas não sabem sair de cena quando é tempo: ambos estão errados.

Por Artur Rubinstein

Gênesis, GN, 42:24, E, retirando-se deles, José chorou. Depois, voltando para junto deles, lhes falou outra vez. Escolheu Simeão e o algemou na presença deles.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Já bem perto do ocaso, eu te bendigo, ó Vida, Porque nunca me deste esperança mentida, Nem trabalhos injustos, nem pena imerecida. Porque vejo, ao final de tão rude jornada, Que a minha sorte foi por mim mesmo traçada; Que, se extraí os doces méis ou o fel das cousas, Foi porque as adocei ou as fiz amargosas; Quando eu plantei roseiras, eu colhi sempre rosas. Decerto, aos meus ardores, vai suceder o inverno: Mas tu não me disseste que maio fosse eterno! Longas achei, confesso, minhas noites de penas; Mas não me prometeste noites boas, apenas E em troca tive algumas santamente serenas… Fui amado, afagou-me o Sol. Para que mais? Vida, nada me deves. Vida, estamos em paz!

Por Amado Nervo