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Preocupa-me o que dirão de mim. Historiadores podem fazer o que quiserem com o passado. Daqui a mil anos, serei recordado como o homem que protegeu a humanidade de um mal poderoso? Ou serei lembrado como o tirano que arrogantemente tentou se converter em lenda?

Por Brandon Sanderson

Mulher dos outros Antônio Maria Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um português e nos conhecia de nome de notícia. Propôs-nos, em vez de café, um vinho maduro, que recebera de sua terra, "uma terrinha (como disse) ao pé de Braga". Não se recusa um vinho maduro, sejam quais forem as circunstâncias. Aceitamo-lo. Nossa grata homenagem a José Manuel Pereira, que nos deu seu vinho. Nesse café, além de nós, havia um casal, aos beijos. As garrafas vazias (de cerveja) eram quatro sobre a mesa e seis sob. Beijavam-se, bebiam sua cervejinha e voltavam a beijar-se. Não olhavam para nós e pouco estavam ligando para o resto do mundo. Em dado momento, entraram dois rapazes e pediram aguardente no balcão. Ambos disseram palavrões, em voz alta. O casal dos beijos e da cerveja parou com as duas coisas. Outros palavrões e o cabeça do casal protestou: — Pára com isso, que tem senhora aqui! Um dos rapazes dos palavrões: — Não chateia! — Não chateia o quê? Pára com isso agora! Um dos rapazes do palavrão: — E essa mulher é tua mulher? — Não é, mas é mulher de um amigo meu! A briga não foi adiante. Todos rimos. O dono da casa, os rapazes dos palavrões, o casal. Está provado que: quem sai aos beijos com mulher de amigo não tem direito a reclamar coisa alguma.

Por Antonio Maria

Nenhum livro para crianças deve ser escrito para crianças.

Por Fernando Pessoa

Mateus, MT, 24:49, <J>e começar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com os bêbados?</J>

Por Mateus, Novo Testamento

"Que os outros construam uma caverna com seus barros, eu construirei um castelo com o meu."

Por Autor desconhecido

Morena, toma esse poema... Meu canto de seriema, meu doce de buriti... Morena, minha vida é tua... Prometo te dar a lua, se a lua tu me pedir...

Por Zeca Baleiro

Amar o seu próprio corpo é um ato revolucionário porque é ir contra tudo o que te ensinaram e foi construído em você. É você começar um movimento de fazer as pazes consigo mesma, de parar esse relacionamento abusivo consigo mesma e começar a se amar.

Por Alexandra Gurgel

BILHETE A PAPAI NOEL – Pede a Papai Noel... E eu pedi. Pedi boneca, pedi livros, pedi viagens, pedi um príncipe... Aprendi a escrever para escrever-lhe, ingrato velhinho, mas você nunca se lembrou de mim: não ganhei a boneca, nem livros, nem viagens, nem príncipe. Nada... Só deixou no meu sapato essa tristeza triste de saber que você está muito velho para subir morro. Papai Noel, você devia ser criança pobre para ver como morrem as ilusões. Ver como se desmoronam os castelos até restar somente essa tristeza triste. Se você pudesse ver as almas... Mas é melhor assim. Ignorando-as, poderá continuar a mentir, a distribuir ilusões, a oferecer sonhos, a brincar de você mesmo.

Por Myrtes Mathias

“A modéstia seria possível caso não existisse a hipocrisia...”

Por Evan do carmo

A derrota não é opção.

Por Charlie Sheen