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João, JO, 21:17, Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: <J> - Simão, filho de João, você me ama?</J> Pedro ficou triste por Jesus ter perguntado pela terceira vez: ´Você me ama?` E respondeu: - O Senhor sabe todas as coisas; sabe que eu o amo. Jesus lhe disse: <J> - Apascente as minhas ovelhas.</J>

Por João, Novo Testamento

Jeremias, JR, 23:6, Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro. E este será o nome pelo qual será chamado: ´Senhor, Justiça Nossa`.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Mateus, MT, 28:2, E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, removeu a pedra e sentou sobre ela.

Por Mateus, Novo Testamento

A vida é feito andar de bicicleta: se parar você cai. Vai em frente sem parar, que a parada é suicida, porque a vida é muito curta e a estrada é comprida. Você sobe e você desce na escada da vida e às vezes parece que a batalha tá perdida e que você voltou pro ponto de partida. Vai à luta, levanta, revida! Vai em frente, não se rende, não se prende nesse medo de errar, que é errando que se aprende que o caminho até parece complicado e às vezes tão difícil que você se surpreende quando sente de repente que era tudo muito simples - vai em frente que você entende. Boa sorte, firme e forte, vai com a força da mente. Vai sabendo que não há nenhum peso que você não agüente. Vai na marra, vai na garra, vai em frente. E se agarra no seu sonho com unhas e dentes. Pra saber o que é possível é preciso que se tente conseguir o impossível, então tente! Sempre alimente a esperança de vencer. Só duvide de quem duvida de você.

Por Gabriel O Pensador

E hoje eu só queria aquelas suas mentiras.

Por Gabriela Freitas

O que vale a pena fazer vale a pena o trabalho de pedir a alguém para o fazer.

Por Ambrose Bierce

⁠Por que todas as suas ideias brilhantes envolvem crimes?

Por Kathy Reichs

⁠Agradeço a Deus por todas as quedas, pois trouxeram sabedoria para ajudar a subir o próximo degrau.

Por Leonardo Brelaz

Os amantes são assim: Todos fogem à razão.

Por Bocage

Ruínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.

Por Machado de Assis