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Não pense que meu coração é de papel Não brinque com o meu interior Camarão que dorme a onda leva Hoje é o dia da caça Amanhã do caçador

Por Arlindo Cruz

I Crônicas, 1CR, 11:42, Adina, filho de Siza, rubenita, chefe dos rubenitas, e com ele trinta;

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 21:27, O sacrifício dos ímpios já é abominação; ainda mais quando é oferecido com más intenções!

Por Provérbios, Antigo Testamento

FELIZ DIA DO TELEFONE (parte da crônica de João Ubaldo Ribeiro, publicada no dia 10.03.13 no Jornal O Estado de S.Paulo) "Mesmo consciente desses perigos, ouso dizer que a maior parte de vocês não sabia que hoje é o dia do telefone. Eu por acaso sabia e me lembrei assim que vi a data no calendário. E também já sabia de uma porção de coisas adicionais, inúteis mas talvez vistosas. Tudo isso, juro que é verdade, sem recorrer ao Google. Faz mais tempo que eu gostaria de admitir, escrevi um trabalho escolar sobre Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, e não me esqueci de fatos importantíssimos. Para começar, Bell não era americano, como geralmente se pensa; era escocês. E, se vocês pasmaram com esta, pasmem com a próxima: nos primeiros telefones, não se falava e escutava ao mesmo tempo, era como nos walkie-talkies dos filmes de guerra americanos e os interlocutores tinham que dizer "câmbio", ao terminarem cada fala. E, sim, D. Pedro II garantiu o papel do Brasil no sucesso da invenção. Os historiadores americanos lembram como Sua Majestade, durante uma feira internacional em Filadélfia, ficou estupefato com o novo aparelho e exclamou: "Meu Deus, isto fala!". Parece que ele botou mais fé na novidade que os americanos, porque o presidente americano Rutherford B. Hayes declarou mais tarde que se tratava de um aparelho interessante, mas sem nenhuma utilidade. D. Pedro ganhou um e as centrais telefônicas começaram a se instalar no Brasil, notadamente no Rio de Janeiro e, segundo eu li, tinham o hábito de pegar fogo com grande frequência. O coronel Ubaldo, meu avô, como vários de seus contemporâneos, na hora de falar no telefone, botava o paletó e passava a mão na careca, parecendo ajeitar uma cabeleira invisível e, depois que contaram a ele que funcionava com eletricidade, acho que nunca mais tocou em nenhum.

Por João Ubaldo Ribeiro

O homem é a criação do desejo e não a criação da necessidade.

Por Gaston Bachelard

Não bastou roubarem meu zoológico. Eles também tiraram minha liberdade.

Por A Máfia dos Tigres (Tiger King)

Essa mina e loka

Por Anitta

Os que no regime burguês trabalham não lucram e os que lucram não trabalham.

Por Friedrich Engels

Você sabe que é muito competente. E eu sou muito inteligente. Então, se trabalharmos nisso juntos, talvez possamos fazer algo.

Por Inspetora Koo Kyung Yi (série)

Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há-de matar!

Por Álvares de Azevedo