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O drama de uma vida sempre pode ser explicado pela metáfora do peso. Dizemos que temos um fardo nos ombros. Carregamos esse fardo, que suportamos ou não, lutamos com ele, perdemos ou ganhamos. O que precisamente aconteceu com Sabina? Nada. Deixara um homem porque quisera deixá-lo. Ele a perseguira depois disso? Quisera se vingar? Não. Seu drama não era o drama do peso, mas da leveza. O que se abatera sobre ela não era um fardo, mas a insustentável leveza do ser.
Por Milan Kundera– Sou só o amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. – Sem essa, cara. Você já esteve no espaço. (Diálogo entre Peter Parker e Nick Fury)
Por Homem-Aranha: Longe de CasaHoje vivemos a época que o falso moralismo impera, pessoas que não construíram nada à que se orgulhar ditam regras como se fossem as guardiãs dos bons costumes. Hipócritas que levam uma vida medíocre observam seus vizinhos em busca de falhas com o ímpeto de preencherem o vazio de sua vida miserável. Vivem nas sombras e escondidas sem a coragem de mostrarem quem realmente são, sabem que a sociedade que elas julgam não aceitam seu anacronismo, e nas sombras vão morrer no colo da própria ignorância.
Por Gloria HurtadoII Crônicas, 2CR, 8:9, Mas Salomão não obrigou nenhum israelita a trabalhar para ele como escravo. Os israelitas eram homens de guerra, seus comandantes, chefes dos seus carros de guerra e dos seus cavaleiros.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoSe não podes correr contra o tempo e recuperar o que te tirou, anda a favor dele e aproveita o que te deixou.
Por Daniel FariaEle não é um homem mau, e isso, percebo de repente, é a raiz da minha mágoa.
Por Carmen Maria MachadoIdentidade Às vezes nem eu mesmo sei quem sou. às vezes sou. "o meu queridinho", às vezes sou "moleque malcriado". Para mim tem vezes que eu sou rei, herói voador, caubói lutador, jogador campeão. às vezes sou pulga, sou mosca também, que voa e se esconde de medo e vergonha. Às vezes eu sou Hércules, Sansão vencedor, peito de aço goleador! Mas o que importa o que pensam de mim? Eu sou quem sou, eu sou eu, sou assim, sou menino.
Por Pedro BandeiraI Tessalonicenses, 1TS, 2:10, Vocês e Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira piedosa, justa e irrepreensível em relação a vocês, os que creem.
Por I Tessalonicenses, Novo TestamentoO grande escritor não precisa ser nem muito inteligente nem muito culto. A inteligência e a cultura são contudo indispensáveis nos escritores menores.
Por Lêdo IvoOlhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!
Por Gonçalves Dias