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Na avenida, deixei lá A pele preta e a minha voz Na avenida, deixei lá A minha fala, minha opinião A minha casa, minha solidão Joguei do alto do terceiro andar Quebrei a cara e me livrei do resto dessa vida Na avenida, dura até o fim Mulher do fim do mundo Eu sou, eu vou até o fim cantar
Por Elza SoaresI Crônicas, 1CR, 27:18, sobre Judá, Eliú, dos irmãos de Davi; sobre Issacar, Onri, filho de Micael;
Por I Crônicas, Antigo Testamento– Eu não vou me apaixonar nunca mais. – Depois de uma ressaca a gente sempre diz que nunca mais vai beber.
Por Coisa Mais Linda (série)A verdadeira serenidade não é ausência de paixão, mas a paixão contida, ímpeto domado.
Por Georges DuhamelVocê é a pessoa mais linda e adorável que já conheci. Eu te prometo agora que vou te amar até meu último suspiro.
Por A Caminho do Céu (série)Provérbios, PV, 15:13, O coração alegre embeleza o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate.
Por Provérbios, Antigo TestamentoPois. Tiveste em jovem a tua ideologia. Mas envelheceste. E a velhice tem já as suas falhas de memória. E uma das maiores falhas de memória é persistires no que te torna já um maníaco.
Por Vergílio FerreiraNatal, e não Dezembro Entremos, apressados, friorentos, numa gruta, no bojo de um navio, num presépio, num prédio, num presídio no prédio que amanhã for demolido... Entremos, inseguros, mas entremos. Entremos e depressa, em qualquer sítio, porque esta noite chama-se Dezembro, porque sofremos, porque temos frio. Entremos, dois a dois: somos duzentos, duzentos mil, doze milhões de nada. Procuremos o rastro de uma casa, a cave, a gruta, o sulco de uma nave... Entremos, despojados, mas entremos. De mãos dadas talvez o fogo nasça, talvez seja Natal e não Dezembro, talvez universal a consoada.
Por David Mourão-FerreiraO passado sempre parece melhor do que era, mas só é agradável porque não está no presente.
Por Finley Peter Dunne