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⁠Há mais de dois mil e quinhentos anos nasceu no Nepal um homem chamado Siddharta Gautama, um príncipe pertencente a uma casta nobre e que vivia num palácio. Ao constatar, porém, que para lá do palácio a vida era feita de sofrimento, Siddharta abandonou tudo e foi para a Índia viver numa floresta como um asceta, dilacerado por uma pergunta: 'para quê viver quando tudo é dor?' Durante sete anos deambulou pela floresta em busca da resposta a essa pergunta. Cinco ascetas convenceram-no a jejuar, por acreditarem que a renúncia às necessidades do corpo criaria a energia espiritual que os conduziria à iluminação. Siddharta jejuou tanto que ficou esquelético e o seu umbigo tocou-lhe na coluna vertebral. No final, constatou que o corpo necessita de energia para alimentar a mente na sua busca. Decidiu, por isso, abandonar os caminhos extremos. Para ele, o verdadeiro caminho não era o da luxúria dos dois extremos. escolheu antes o caminho do meio, o do equilíbrio.

Por José Rodrigues dos Santos

⁠A vida é como uma estrada, procure seu destino. E cuidado com as curvas nos caminhos!

Por José Alberto

– Você pode desejar qualquer coisa no mundo inteiro e quer desperdiçar com amizade? – O que seria mais importante que amizade?

Por Din e o Dragão Genial

⁠"Se alguém que sempre rejeitou a oração começa a orar em seu leito de morte, é mais provável que seja uma manifestação do medo ou da dor do que uma súbita mudança de crença." ​

Por Christopher Hitchens

" Se você acreditar que não há nada que possa ser feito.Isso se tornará exatamente o que é possível fazer."

Por Geissis Bispo

Salmos, SL, 140:9, Se exaltam a cabeça os que me cercam, que a maldade dos seus lábios caia sobre eles.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠O Islã é rico e universal. Parte de uma herança espiritual e artística na qual todos podemos nos inspirar.

Por Ayad Akhtar

⁠Quantas vezes eu me peguei cuidando da criança que existia ontem, apenas para perceber que ela acordou como alguém completamente novo hoje?

Por Julie Clark

Sofonias, SF, 3:16, Naquele dia, se dirá a Jerusalém: ´Não tenha medo, ó Sião, não desfaleçam as suas mãos.`

Por Sofonias, Antigo Testamento

⁠Subproduto da circulação das mercadorias, o turismo, circulação humana considerada como consumo, resume-se fundamentalmente no lazer de ir ver o que se tornou banal.

Por Guy Debord