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Aqui é um jogo. Eu não vou ficar fazendo conexão com todo mundo, porque senão não tem em quem votar. (Fred)

Por BBB 23

Daniel, DN, 4:30, o rei disse: - Não é esta a grande Babilônia que eu construí para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?

Por Daniel, Antigo Testamento

Você não acha estranho que quando você é criança todos o encorajam a seguir seus sonhos mas quando você é mais velho, de alguma forma ficam ofendidos se você tentar?

Por Ethan Hawke

Deuteronômio, DT, 32:35, A mim pertence a vingança, a retribuição, a seu tempo, quando o pé deles resvalar; porque o dia da sua calamidade está próximo, e o seu destino se apressa em chegar.`

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 19:5, Nomeou juízes no país, em todas as cidades fortificadas de Judá, de cidade em cidade.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

A felicidade não reside nas posses e nem em ouro, ela mora na alma.

Por Demócrito

Mateus, MT, 14:34, Estando já no outro lado, chegaram à terra de Genesaré.

Por Mateus, Novo Testamento

⁠Minha mãe disse que a educação vai me dar voz. Eu quero mais do que apenas uma voz... Quero uma voz alta.

Por Abi Daré

A maioria das mulheres quer a juventude de volta; mas eu não teria a minha de volta por preço nenhum. Os piores anos da minha vida já passaram, e os melhores estão pela frente.

Por Ellen Glasgow

Amor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.

Por Artur da Távola